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Centriu Runoperações — o plano do mês vira tarefa com dono, etapa e prazover todos os sistemas
Operações e execução

Plano aprovado não é trabalho feito. Aqui ele vira tarefa com dono e prazo.

O Run pega o planejamento fechado com o cliente e transforma em tarefas: cada etapa da produção com executor, prazo próprio e situação à vista. Quando algo para, fica registrado o motivo e de quem foi a espera.

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Etapa com dono e prazo · Planejamento convertido em tarefas · Atraso com responsável registrado · Trilha que ninguém apaga

Tarefa em produção

Dados ilustrativos

Tarefa

Campanha de aniversário · carrossel para o feed

Etapa atual

Design — prazo da etapa termina hoje às 17h

Executor da etapa

Designer da conta, definido quando a etapa abriu

Espera registradaParada de 4h aguardando material do cliente

Dados ilustrativos — sem marca nem pessoa reais.

Etapa por etapa
Estratégia, redação, design, vídeo, revisão e publicação — cada uma com executor e prazo próprios.
O plano vira tarefa
O planejamento do mês é convertido em tarefas com os prazos de cada etapa já calculados.
Atraso com nome
Quando a entrega para, o sistema registra o motivo e de quem foi a espera: cliente ou equipe.
Histórico preservado
Toda movimentação relevante entra numa trilha que ninguém edita nem apaga.

O problema

O trabalho existe. O registro do trabalho, não.

O gargalo não é falta de uma lista de tarefas. É que a operação inteira depende da memória das pessoas — e memória não escala, não se audita e sai de férias.

A demanda mora no aplicativo de mensagens

O pedido chega por mensagem, o ajuste chega por áudio e a referência chega por link. Quando alguém se ausenta, o contexto vai junto — porque ele estava na conversa, não no sistema. Aí a equipe refaz o que já estava pronto e o cliente repete o que já tinha explicado.

Prazo sem dono

A tarefa tem data de entrega, mas ninguém sabe quem deveria ter feito a arte na terça. O atraso aparece quando o cliente cobra — e não há como dizer onde o trabalho parou.

Ninguém consegue reconstruir

Três meses depois, "por que fizemos assim?" não tem resposta. Sobrou o arquivo final, sem o caminho até ele: o que foi decidido, o que travou e o que valeu a pena repetir.

O que muda

Do plano fechado à entrega comprovada

O caminho que o Run organiza — sem prometer que a operação fica pronta sozinha.

“Estratégia sem execução é só intenção.”
  1. O planejamento do mês é fechado com o cliente.
  2. O plano é convertido em tarefas, uma por item com conteúdo.
  3. Cada tarefa entra no fluxo de produção do seu tipo de trabalho.
  4. As etapas recebem executor e prazo calculados a partir da entrega.
  5. Prioridade, situação e data de entrega ficam visíveis na lista.
  6. Briefing, orientações e arquivos ficam dentro da própria tarefa.
  7. Quem conclui a etapa passa o bastão para a etapa seguinte.
  8. Se o trabalho trava, o motivo e o lado responsável são registrados.
  9. O material vai para aprovação e o cliente responde pelo Axis.
  10. A publicação é agendada e o caso continua consultável depois.

Recursos

O que existe hoje, dentro do produto

Cada item abaixo está em operação. O que não está, não aparece nesta página.

Etapas do fluxo de produção

Estratégia, social media, redação, design, vídeo, revisão, aprovação interna, aprovação do cliente e publicação. A tarefa caminha por elas na ordem do fluxo.

Prazo por etapa, não só da entrega

Cada etapa tem início, prazo e duração em horas, calculados a partir da data de entrega. O aviso chega antes de estourar.

Executor definido em cada etapa

A responsabilidade não é da tarefa inteira: é de quem está com ela agora. A lista mostra quem tem o quê na mão.

Atraso com motivo e responsável

A pausa registra o motivo e o lado que gerou a espera — cliente ou equipe. Correções têm prazo próprio e cobrança automática.

Demandas em fila e atividades internas

Pedidos internos entram numa fila com responsável e situação. Atividades sem cliente ficam separadas da produção.

Contexto dentro da tarefa

Briefing, orientações de redação e de chamada, comentários, anexos e arquivos finais por formato. A equipe não procura em cinco lugares.

Publicação agendada

Data e hora por canal conectado, com situação e histórico de cada postagem publicada a partir da tarefa.

Central de links com QR

Espaços de links por cliente, com código QR e estatística de acesso, dentro da mesma operação.

Quer ver isso rodando com o fluxo de produção da sua operação?

Falar com um especialista

Demonstração

A etapa aberta agora — e o caso que já terminou

Duas telas ilustrativas: como o trabalho aparece enquanto acontece e como ele fica consultável depois de entregue.

Vista 1 — a tarefa por dentro

Dados ilustrativos

Carrossel de aniversário · entrega em 3 dias

Etapas da tarefa

  1. RedaçãoConcluída

    Redator da conta

  2. DesignEm execução · vence hoje às 17h

    Designer da conta

  3. Revisão internaAguardando a etapa anterior

    Coordenação

  4. Aprovação do clienteNão iniciada

    Cliente responde pelo Axis

Espera registrada

4h aguardando material do cliente — o prazo da etapa foi recalculado e o motivo ficou no histórico.

Vista 2 — o caso reconstruído

Dados ilustrativos

Campanha de retomada · encerrada no trimestre passado

  1. Contexto — queda de alcance identificada no relatório mensal.
  2. Decisão — trocar o formato principal do mês para vídeo curto.
  3. Execução — 12 tarefas criadas; duas pararam esperando o cliente.
  4. Resultado — entrega concluída com 6 dias de atraso acumulado.

O que funcionou

Briefing preenchido antes de abrir a produção.

Revisão interna antes de mostrar ao cliente.

O que atrapalhou

Material do cliente pedido só na etapa de design.

Aproveitável em casos parecidos

Pedir o material do cliente já na abertura da tarefa.

Telas construídas para esta página, com dados inventados. Nenhum cliente, pessoa ou número real aparece aqui.

Como funciona

Do plano à publicação, em oito passos

O passo destacado é o único que sai das mãos da equipe — e ele acontece fora do Run.

Fluxo de uma tarefa de produção

Dados ilustrativos
  1. Planejamento aprovado

    O plano do mês é fechado com o cliente e convertido em tarefas.

  2. Tarefa criada

    Cada item recebe cliente, tipo de trabalho, prioridade e data de entrega.

  3. Etapas com dono

    O fluxo distribui as etapas, com executor e prazo em cada uma.

  4. Produção

    Redação, design e vídeo trabalham com o briefing e os arquivos dentro da tarefa.

  5. Revisão interna

    A equipe revisa antes de mostrar ao cliente; o ajuste volta com prazo próprio.

  6. Aprovação do cliente

    O Run envia e move a tarefa para a etapa de aprovação. Quem aprova ou pede ajuste é o cliente, no Axis.

  7. Publicação

    Aprovado, o material é agendado e publicado nos canais conectados.

  8. Histórico

    A trilha da tarefa fica preservada e o caso pode ser reconstruído depois.

Fluxo em oito passos: planejamento aprovado, tarefa criada, etapas com dono, produção, revisão interna, aprovação do cliente pelo Axis, publicação e histórico preservado.

Nenhuma tarefa é aprovada automaticamente. O Run prepara e envia; a decisão do cliente acontece no Axis e volta para a tarefa. Dentro da equipe existe revisão e aprovação internas — que não substituem a palavra do cliente.

Onde cada um entra

Run, Atlas, Axis e Oracle não fazem a mesma coisa

A confusão entre eles custa caro: trabalho duplicado de um lado, decisão sem dono do outro.

“Cada sistema responde a uma pergunta diferente.”

Run — a execução

Quem faz, até quando, em que etapa e o que já foi entregue. É onde o trabalho anda e onde o atraso ganha dono.

Atlas — o conteúdo

Concentra a produção criativa e o calendário editorial. O Run não substitui a criação: ele organiza quem produz o quê, em que etapa e até quando.

Axis — o cliente

É onde o cliente conversa, acompanha e aprova. O Run envia o material para aprovação, mas quem decide responde no Axis.

Oracle — a consultoria

Estrutura o diagnóstico, a proposta e o acompanhamento da jornada consultiva. O que for decidido lá vira trabalho aqui — hoje sem passagem automática entre os dois.

Fronteira que esta página respeita: aprovação externa do cliente é do Axis. O Run tem revisão e aprovação internas da equipe — nunca a decisão do cliente.

No ecossistema

O que já conversa com o Run

Três ligações que existem em código hoje — e o que cada uma faz, sem exagero.

Só entram aqui integrações verificadas no código, com o arquivo conferido. Complementaridade sem troca automática não é apresentada como integração.

Fora do computador

A operação também abre no celular

O aplicativo existe para quem precisa atualizar a etapa sem voltar à mesa — e é honesto sobre o que ele não faz.

Ver o que é seu hoje

A lista de tarefas com etapa, prazo e prioridade abre no celular como abre no computador.

Atualizar de onde estiver

Concluir a etapa, comentar e anexar o material podem ser feitos durante a gravação, na rua ou no cliente.

Consultar o contexto

Briefing, orientações e links da tarefa ficam disponíveis na mesma tela, sem pedir para alguém reenviar.

Receber o aviso

Notificações de prazo e de movimentação chegam pelo aplicativo, sem depender do grupo de mensagens.

RunDados ilustrativos

Carrossel de aniversário · entrega em 3 dias

Design

Em execução · vence hoje às 17h

Atualizar de onde estiver

O aplicativo para Android e iOS abre a mesma operação e exige conexão com a internet — não existe modo offline. As telas mais densas de gestão continuam melhores no computador.

Controle e limites

O que o Run garante e o que ele não faz

Execução sem controle vira só mais um lugar para perder informação.

Cada organização vê só o que é seu

A separação por organização é feita no próprio banco de dados, não apenas na tela.

Trilha que não se edita

Criação, mudança de etapa, atribuição, anexo, envio para aprovação, resposta do cliente e publicação entram numa trilha somente-inclusão, com data e hora do servidor.

Arquivo em área privada

Os arquivos de cliente ficam em armazenamento privado, com validação no envio — não em link público aberto.

Dados do titular

Existe rotina de exportação de dados e prazo de retenção definido para a trilha operacional.

O Run não decide sozinho: não move etapa, não aprova e não publica sem uma pessoa mandando. Também não avalia desempenho de ninguém automaticamente.

Para quem é

Operações que ganham com etapa, dono e prazo

Se o trabalho passa por várias mãos antes de sair, o Run tem o que resolver.

Agência com fluxo de social media

Redação, design, vídeo, revisão e publicação em cadeia, para vários clientes ao mesmo tempo, com prazo em cada mão.

Time interno de marketing

Demandas que chegam de várias áreas e precisam de fila, responsável e situação — em vez de mensagens soltas.

Coordenação que precisa enxergar o todo

Quem responde por muitos clientes vê o que está atrasado, o que está esperando o cliente e o que vai vencer hoje.

Quem precisa comprovar a entrega

Operações que precisam mostrar o que foi feito, quando e por quem — com trilha que não depende de captura de tela.

Planos do sistema

Três níveis que liberam mais recursos conforme você cresce. No Max, você tem acesso a tudo.

Starter

Essencial para começar

  • Tarefas por cliente com as etapas do fluxo de produção
  • Executor e prazo definidos em cada etapa
  • Prioridade, situação e data de entrega por tarefa
  • Demandas internas com fila e responsável

Pro

Operação completa

  • Tarefas por cliente com as etapas do fluxo de produção
  • Executor e prazo definidos em cada etapa
  • Prioridade, situação e data de entrega por tarefa
  • Demandas internas com fila e responsável
  • Planejamento do mês convertido em tarefas com prazos calculados
  • Envio para aprovação do cliente, que responde pelo Axis
  • Comentários, anexos e arquivos finais por formato
  • Agendamento e publicação nos canais conectados

Max

Tudo

Tudo liberado

  • Tarefas por cliente com as etapas do fluxo de produção
  • Executor e prazo definidos em cada etapa
  • Prioridade, situação e data de entrega por tarefa
  • Demandas internas com fila e responsável
  • Planejamento do mês convertido em tarefas com prazos calculados
  • Envio para aprovação do cliente, que responde pelo Axis
  • Comentários, anexos e arquivos finais por formato
  • Agendamento e publicação nos canais conectados
  • Central de links com QR e estatísticas de acesso
  • Reconstrução cronológica de casos já encerrados
  • Trilha de auditoria de tarefas e demandas
  • Aplicativo para Android e iOS com notificações
Ver planos e preçosFalar com um especialistaCanal exclusivo para demonstrações, planos e contratação.

Dúvidas

Perguntas frequentes

O que é o Centriu Run?

É o sistema de execução operacional da Centriu. Ele converte o planejamento fechado com o cliente em tarefas, distribui as etapas do fluxo de produção com executor e prazo em cada uma, registra atrasos com responsável e preserva o histórico do que foi entregue.

O Run é só um gerenciador de tarefas?

Não. Uma lista de tarefas guarda o item e a data. O Run guarda a etapa em que o trabalho está, quem responde por ela agora, o prazo daquela etapa, o contexto que a pessoa precisa para executar e a trilha do que aconteceu. É esse conjunto que permite reconstruir um caso meses depois.

Qual é a diferença entre Run, Atlas e Axis?

O Run cuida da execução: etapa, dono, prazo e entrega. O Atlas concentra a produção criativa e o calendário editorial. O Axis é onde o cliente conversa, acompanha e aprova. Os três se completam, mas não se substituem.

O cliente aprova materiais dentro do Run?

Não. O Run envia o material para aprovação e move a tarefa para a etapa correspondente, mas quem aprova ou pede ajuste é o cliente, no Axis — e a resposta volta para a tarefa. Dentro do Run existem revisão e aprovação internas da equipe, que não substituem a palavra do cliente.

O Run funciona no celular?

Sim. Há aplicativo para Android e iOS que abre a mesma operação, com notificações. Ele precisa de conexão com a internet: não existe modo offline. As telas mais densas de gestão continuam mais confortáveis no computador.

Dá para acompanhar o trabalho por sprint?

Não. O Run não trabalha com sprint, ponto de história, velocidade nem épico — e material antigo que prometia isso estava errado. O acompanhamento é por etapa, prazo de etapa, data de entrega, prioridade e situação da tarefa.

Como funciona o histórico das tarefas?

Cada movimentação relevante — criação, mudança de etapa, atribuição, comentário, anexo, envio para aprovação, resposta do cliente, agendamento e publicação — entra numa trilha somente-inclusão, com data e hora do servidor. Ela não pode ser editada nem apagada pela equipe e tem prazo de retenção definido.

O que é a reconstrução de um caso?

É a leitura cronológica de um trabalho já encerrado: o contexto, as decisões, as tarefas criadas, onde houve espera, o resultado e o que ficou registrado como aproveitável em situações parecidas. Não é gravação de tela nem vídeo — é a linha do tempo montada a partir do que foi registrado.

O Run tem automações?

Não existe um construtor de automações para o usuário montar regras próprias. O que é automático já vem definido: a conversão do planejamento em tarefas, o cálculo dos prazos de cada etapa a partir da data de entrega, os avisos de prazo e a cobrança de correção pendente.

Como os dados de cada organização são separados?

Cada organização enxerga apenas os próprios dados, e a separação é aplicada no banco de dados. Arquivos ficam em armazenamento privado com validação no envio, e existe rotina de exportação de dados do titular.

Veja o seu fluxo de produção dentro do Run.

Montamos a demonstração com o tipo de trabalho que a sua operação entrega — as etapas, os prazos e a trilha, sem compromisso.

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