A empresa já usa inteligência artificial. A pergunta é quem responde por ela.
O TrustOps mantém o inventário do que usa IA, com finalidade e responsável humano, aplica limites que valem na hora da execução e guarda cada decisão numa trilha encadeada que não pode ser alterada depois.
Descobrir · Governar · Controlar · Auditar · Otimizar
Ativo de IA
Dados ilustrativosUso registrado
Atendimento automatizado no site institucional
Responsável humano
Nomeado — sem dono, o ativo não entra em produção
Classificação de risco
Alta · 3 fatores desconhecidos reduzem a confiança do cálculo
Dados ilustrativos — nenhum ativo, empresa ou pessoa real.
O problema
A IA entrou pela porta dos fundos — e ninguém assinou por ela
Não foi decisão de comitê. Foram ferramentas contratadas por área, testes que viraram rotina e agentes que ganharam acesso sem que ninguém registrasse quem responde por eles.
Ninguém consegue listar o que a empresa usa de IA
Assinaturas por cartão de área, extensões de navegador, chaves espalhadas, agentes criados para um projeto e esquecidos ligados. Quando alguém pergunta quantos usos existem e quais dados eles acessam, a resposta é uma estimativa — e estimativa não sustenta uma resposta a cliente, auditoria ou incidente.
A política existe, mas não impede nada
O documento diz o que não pode. A execução não lê documento: o agente chama o modelo, o modelo responde, o dado sai. Entre a regra escrita e o que acontece de fato não há nada que verifique, limite ou peça autorização.
Quando dá errado, não dá para reconstruir
Um cliente reclama de uma resposta. Alguém pergunta qual modelo respondeu, com que instrução, sob qual política, aprovado por quem. Os registros estão espalhados, podem ter sido editados, e a reconstrução vira exercício de memória em vez de prova.
O que muda
De política escrita a controle que funciona
O caminho que o TrustOps organiza — e o ponto em que ele para e chama uma pessoa.
“Governança que não muda o que acontece na execução é só documentação.”
- O uso de IA é registrado com finalidade e responsável humano.
- Modelo, fornecedor e contrato entram no mesmo cadastro.
- Os dados e sistemas acessados ficam declarados por ativo.
- O risco é calculado por fatores visíveis, não por nota opaca.
- Cada agente ganha identidade, escopo e ciclo de vida.
- A política avalia a requisição em vez de ficar num documento.
- O que passa do limite vai para aprovação de outra pessoa.
- Em situação crítica, o acesso é interrompido de verdade.
- Cada decisão entra numa trilha que não pode ser alterada.
- O custo aparece por iniciativa, agente, modelo e área.
A estrutura
Cinco frentes que sustentam o controle
Não são sistemas soltos: é a ordem em que o problema é resolvido, do que ninguém sabe que existe até o custo que ninguém acompanhava.
Descobrir. Governar. Controlar. Auditar. Otimizar.
Descobrir
Identifica ferramentas, modelos, agentes, integrações e contas de IA em uso — inclusive o que foi contratado sem passar por ninguém.
Governar
Inventário oficial com finalidade e dono humano, mais agentes, modelos, fornecedores, políticas e consentimentos.
Controlar
Motor de políticas, aprovações, limites e quarentena: autoriza, nega, limita ou encaminha para revisão humana.
Auditar
Trilha encadeada de decisões, incidentes, evidências e riscos — o que a empresa conseguiria demonstrar se lhe pedissem.
Otimizar
Custo por iniciativa, agente, modelo e área, com teto configurável e licença ociosa à vista.
A ordem importa: sem inventário não há política que valha, sem política não há controle que aja, e sem trilha não há como demonstrar nada depois.
Recursos
O que existe hoje, dentro do produto
Cada item abaixo está em operação. O que é comum em plataformas de governança mas não existe aqui, não aparece nesta página.
Inventário com dono e finalidade
Ativos, agentes, modelos e fornecedores, cada um com propósito declarado, responsável humano, dados acessados e situação.
Risco por fatores visíveis
A classificação é determinística e mostra o que a compôs. Dado ausente vira fator desconhecido e derruba a confiança — nunca é lido como risco baixo.
Identidade por agente
Credencial própria, escopo, delegação limitada e ciclo de vida. A permissão efetiva é a interseção do concedido com o permitido, e recusa é o padrão.
Motor de políticas
A regra avalia a requisição e decide: autoriza, nega, limita ou encaminha para revisão humana.
Aprovação com separação
Quem solicita não aprova. A decisão fica registrada com justificativa e responsável.
Controles de emergência
Interromper, colocar em quarentena, isolar e recuperar — revogando credencial, encerrando sessão e cancelando execução em voo.
Trilha encadeada por hash
Somente-inclusão, com verificação de integridade e reconstrução da sequência de uma decisão. Correção é novo registro.
Custo e fornecedores
Gasto por iniciativa, agente, modelo e área, com teto; e risco de fornecedor por método declarado, com contrato e vencimento acompanhados.
Quer ver o inventário aplicado ao que a sua empresa já usa de IA?
Falar com um especialistaComo funciona
O caminho de uma requisição, do pedido ao registro
O passo destacado é onde o sistema para e devolve a decisão para uma pessoa.
Ciclo de uma decisão
Dados ilustrativosUso registrado
O ativo entra no inventário com finalidade, dados acessados e responsável humano nomeado.
Identidade do agente
O agente recebe identidade própria e um ciclo de vida — não circula como usuário genérico.
Credencial com escopo
A credencial nasce com escopo definido; o valor é exibido uma única vez e o sistema guarda apenas o resumo criptográfico.
Política avalia
Cada requisição passa pela regra vigente, que considera ativo, agente, modelo, fornecedor e contexto.
Limite excedido
Fora do permitido, a requisição não segue: vai para aprovação de alguém que não é o solicitante, com justificativa registrada.
Execução permitida
Dentro do escopo, a chamada segue — e um comando de emergência ativo bloqueia na hora, sem esperar reinício.
Custo apurado
O consumo é atribuído à iniciativa, ao agente, ao modelo e à área, contra o teto configurado.
Evento na trilha
O registro entra encadeado ao anterior, permitindo verificar a integridade da cadeia depois.
Fluxo em oito passos: uso registrado com dono, identidade do agente, credencial com escopo, requisição avaliada pela política, limite excedido com aprovação humana, execução dentro do permitido, custo apurado e evento gravado na trilha encadeada.
O TrustOps não redige política sozinho, não emite parecer jurídico, não decide sobre risco no lugar do responsável e não monitora legislação automaticamente. Ele organiza, aplica o que foi configurado e registra — a decisão continua sendo de pessoas.
Demonstração
O ativo, a decisão e o elo da trilha
Três telas ilustrativas: o inventário por dentro, a política decidindo e o registro encadeado.
Vista 1 — o ativo por dentro
Dados ilustrativosUso de IA no inventário
Finalidade
Responder dúvidas de produto no canal público
Responsável
Pessoa nomeada na área de atendimento
Dados acessados
Catálogo e políticas públicas — sem base de clientes
Situação
Em produção, com revisão periódica agendada
Risco calculado
Médio · confiança reduzida por 2 fatores sem informação
Nenhum fator ausente é tratado como risco baixo: ele derruba a confiança do resultado e fica visível para quem decide.
Vista 2 — a política decidindo
Dados ilustrativosRequisição avaliada
Pedido
Agente solicita acesso a um conjunto de dados pessoais
Regra aplicada
Dado pessoal exige autorização — escopo do agente não cobre
Decisão
Encaminhado para revisão humana
Quem decide
Pessoa diferente de quem solicitou, com justificativa obrigatória
Vista 3 — o elo da trilha
Dados ilustrativosRegistro encadeado
- Requisição recebida do agente identificado
- Política aplicada, com a versão vigente citada
- Encaminhamento para aprovação humana
- Decisão registrada com justificativa
Integridade
Cada evento carrega o resumo do anterior — alterar um quebra a cadeia inteira
Correção nunca sobrescreve: entra como novo evento. Exclusão vira marcação, não apagamento.
Telas construídas para esta página, com dados inventados. Nenhum ativo, fornecedor, custo ou pessoa real aparece aqui.
Limites e responsabilidade
O que o sistema faz — e o que continua sendo humano
Um produto de governança que promete conformidade estaria vendendo aquilo que não pode entregar. Este declara a fronteira.
Apoia a adequação, não a garante
O TrustOps organiza evidências, identifica riscos e ajuda a demonstrar diligência. A avaliação de conformidade permanece com os profissionais responsáveis.
Não substitui quem assina
Auditor independente, advogado, encarregado de dados e especialista em segurança continuam necessários. O sistema apoia o trabalho deles, com material organizado.
Separação de responsabilidades
Solicitante e aprovador são obrigatoriamente pessoas diferentes, e nenhum papel edita evento da trilha — a imutabilidade é imposta no banco, não na tela.
Isolamento por organização
Os dados são separados por organização com regras de acesso no próprio banco, e credenciais ficam cifradas em repouso.
O que esta página não promete: adequação automática a qualquer norma, ausência de risco regulatório, parecer jurídico ou aprovação de política sem revisão. O que existe é inventário com dono, limite que age na execução, decisão registrada e trilha verificável.
Para quem é
Empresas que já passaram do estágio de experimentar IA
Se a IA já toca cliente, dinheiro ou dado pessoal, a pergunta deixou de ser técnica e virou de responsabilidade.
Quem tem IA em produção sem inventário
Ferramentas contratadas por área, agentes criados para um projeto e chaves espalhadas — sem uma lista única de quem responde pelo quê.
Operações que respondem a clientes exigentes
Contratos com cláusula de segurança e questionários de fornecedor que perguntam o que a empresa consegue demonstrar, não o que ela pretende fazer.
Áreas de risco, jurídico e privacidade
Quem precisa de evidência ligada ao controle correspondente, versão de política com aceite e histórico que ninguém pode reescrever.
Quem paga a conta da IA sem enxergá-la
Custo diluído entre cartões e áreas, sem teto e sem saber qual iniciativa consumiu o quê.
Planos do sistema
Três níveis que liberam mais recursos conforme você cresce. No Max, você tem acesso a tudo.
Starter
Essencial para começar
- Inventário de IA com finalidade, dono humano e dados acessados
- Cadastro de modelos e fornecedores com contrato e situação
- Classificação de risco determinística, com fatores à vista
- Políticas com versão, vigência, aprovação e aceite registrado
- Cofre de evidências ligado ao controle que elas comprovam
Pro
Operação completa
- Inventário de IA com finalidade, dono humano e dados acessados
- Cadastro de modelos e fornecedores com contrato e situação
- Classificação de risco determinística, com fatores à vista
- Políticas com versão, vigência, aprovação e aceite registrado
- Cofre de evidências ligado ao controle que elas comprovam
- Motor de políticas: autoriza, nega, limita ou manda para revisão humana
- Identidade, credencial e ciclo de vida de cada agente de IA
- Aprovações com solicitante e aprovador separados
- Custo por IA, agente, modelo e área, com teto configurável
Max
TudoTudo liberado
- Inventário de IA com finalidade, dono humano e dados acessados
- Cadastro de modelos e fornecedores com contrato e situação
- Classificação de risco determinística, com fatores à vista
- Políticas com versão, vigência, aprovação e aceite registrado
- Cofre de evidências ligado ao controle que elas comprovam
- Motor de políticas: autoriza, nega, limita ou manda para revisão humana
- Identidade, credencial e ciclo de vida de cada agente de IA
- Aprovações com solicitante e aprovador separados
- Custo por IA, agente, modelo e área, com teto configurável
- Trilha encadeada por hash, com reconstrução de decisões
- Controles de emergência: interromper, colocar em quarentena e recuperar
- Descoberta de uso de IA não autorizado dentro da empresa
Dúvidas
Perguntas frequentes
O que é o Centriu TrustOps?
É o centro de comando de governança de inteligência artificial da empresa, organizado em cinco frentes: descobrir, governar, controlar, auditar e otimizar. Ele mantém o inventário do que usa IA com responsável humano, aplica limites na execução, registra decisões numa trilha encadeada e acompanha custo e risco.
O TrustOps garante conformidade?
Não, e essa restrição é imposta dentro do próprio produto: expressões como "conformidade garantida" ou "risco zero" são proibidas em qualquer tela ou relatório. O que ele faz é apoiar a adequação, identificar riscos, organizar evidências e ajudar a empresa a demonstrar diligência. A avaliação continua sendo humana.
Ele substitui auditor, advogado ou encarregado de dados?
Não. O sistema organiza, aplica o que foi configurado e registra — o parecer técnico e a responsabilidade continuam com esses profissionais. O ganho é que eles trabalham com material estruturado e verificável, em vez de reunir arquivo solto às pressas.
Como funciona o inventário de IA?
Cada uso é registrado com finalidade, responsável humano, dados e sistemas acessados, modelos e fornecedores envolvidos, além de revisões periódicas. A classificação de risco é determinística e mostra os fatores que a compuseram; quando falta informação, o fator entra como desconhecido e reduz a confiança do resultado.
Como os agentes de IA são controlados?
Cada agente tem identidade própria, credencial com escopo, delegação limitada e ciclo de vida. A permissão que vale é a interseção entre o que foi concedido e o que a política permite — nunca a soma —, e a recusa é o comportamento padrão quando há dúvida.
O que acontece quando algo passa do limite?
A requisição não segue. Ela é negada, limitada ou encaminhada para aprovação de uma pessoa diferente de quem solicitou, com justificativa registrada. A decisão fica na trilha, ligada à versão da política aplicada.
Existe um botão de parada de verdade?
Sim, e com efeito real: interromper, colocar em quarentena ou isolar revoga credenciais, encerra sessões ativas, cancela execuções em andamento e abre um incidente. O bloqueio passa a valer na próxima requisição, sem depender de reinício.
Por que a trilha de auditoria é diferente de um log?
Porque ela é somente-inclusão e encadeada: cada evento carrega o resumo criptográfico do anterior, então alterar um quebra a cadeia inteira e isso é detectável. Correção é sempre um novo registro; exclusão vira marcação, não apagamento. A restrição é imposta no banco, não na interface.
Dá para acompanhar o custo da IA?
Sim, por iniciativa, agente, modelo e área, com teto configurável. É também onde aparecem licenças ociosas e concentração excessiva em um único fornecedor.
Como funciona a avaliação de fornecedores?
Por um método declarado, com contrato, situação e vencimento acompanhados. Certificação só conta quando verificada, não quando apenas declarada; controles existentes reduzem o risco até um limite, nunca o zeram; e dado ausente derruba a confiança do resultado em vez de virar nota boa.
Como os dados de cada organização são protegidos?
Ficam separados por organização, com regras de acesso aplicadas no próprio banco de dados e não apenas na aplicação. Credenciais são cifradas em repouso, o valor de um segredo é exibido uma única vez e o sistema guarda apenas o resumo criptográfico.
Comece pelo inventário do que a sua empresa já usa.
Mostramos como o registro com dono humano, o cálculo de risco por fatores e a trilha encadeada se comportam com um caso da sua operação.
