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Centriu Atlas

Produção de Conteúdo com IA para Agências que Atendem Escritórios de Recuperação Judicial

Duas normas travam ao mesmo tempo a peça que promete resultado nesse setor, e é raro uma agência de fora do direito conhecer as duas. A primeira é a Lei nº 11.101/2005, que regula recuperação judicial e falência: pedir recuperação exige cumprir requisito de elegibilidade do art. 48, e nenhuma peça pode insinuar que "toda empresa endividada consegue". A segunda é o Provimento OAB nº 205/2021, que rege a publicidade da advocacia — a maioria dos escritórios de recuperação judicial é banca de advocacia, sujeita à norma que exige publicidade "meramente informativa", proíbe mercantilização e captação de clientela, e veda promessa de resultado. Uma peça que promete "recuperação garantida" ou "dívida quitada" tropeça nas duas ao mesmo tempo: presume um requisito legal que ainda não foi checado, e promete um resultado que a ética da advocacia proíbe anunciar. O contrato de produção de conteúdo é sempre entre a agência e o escritório cliente; o Centriu Atlas é ferramenta da agência, e a IA gera rascunho a partir do briefing — sem checar sozinha se uma peça cruza a linha da publicidade vedada, isso é sempre revisão interna humana antes do aceite do escritório, feito no Axis. Por unidade atendida, os planos vão de R$2.590 (Starter) a R$3.890 (Pro) e R$4.990 (Max), com 4.000 créditos de geração mensais.
Mockup do dashboard do Centriu Atlas
Nunca promete resultado — Provimento OAB 205
Elegibilidade nunca é presumida
Pessoa trabalhando em notebook com notificações na tela
Rascunho pronto pela IA, revisão sempre humana antes de sair.

Advocacia tem regra de publicidade própria — e recuperação judicial soma outra em cima

A maior parte dos escritórios de recuperação judicial e reestruturação empresarial é, na prática, banca de advocacia — o que já sujeita qualquer peça de marketing dela ao Provimento OAB nº 205/2021, em vigor desde 14/08/2021: a publicidade da advocacia precisa ser meramente informativa, sem configurar mercantilização nem captação de clientela, e sem prometer resultado.

Soma-se a isso a natureza técnica do próprio serviço: a Lei nº 11.101/2005, que regula a recuperação judicial, extrajudicial e a falência, condiciona o pedido de recuperação judicial ao cumprimento de requisitos do art. 48 — mais de dois anos de atividade regular, ausência de falência decretada, entre outros. Uma peça de conteúdo que trata recuperação judicial como algo acessível "pra qualquer empresa endividada" ignora essa condição legal.

Pra quem produz conteúdo pra esse setor, a régua prática soma as duas restrições: nenhuma peça promete resultado (nem "recuperação garantida", nem "dívida quitada"), e nenhuma peça trata elegibilidade como automática.

O que indica que a produção de conteúdo do escritório está sem controle na agência

Uma peça anuncia "recupere sua empresa" ou "quite suas dívidas" como promessa de resultado, contrariando a vedação do Provimento OAB nº 205/2021.

Um post trata recuperação judicial como opção disponível "pra qualquer empresa endividada", sem mencionar os requisitos de elegibilidade da lei.

Um depoimento de "caso de sucesso" é usado de um jeito que soa como garantia pra quem lê, mesmo sem citar nome de cliente.

Uma legenda explica um conceito jurídico de forma tão simplificada que passa a soar como orientação de caso específico, não conteúdo informativo geral.

A aprovação de uma peça se perde entre grupo de WhatsApp e e-mail, sem registro de quem checou o enquadramento ético dela.

Onde o Atlas entra nesse fluxo

A IA do Atlas monta o rascunho de post, carrossel e legenda a partir do briefing que a agência descreve pro escritório cliente. Ela não tem formação jurídica nem acesso ao caso de nenhum cliente do escritório — não é capaz de avaliar sozinha se uma peça cruza a linha da publicidade vedada pelo Provimento OAB 205/2021, nem se um conteúdo popularizado demais vira orientação de caso específico.

Por isso, toda peça desse setor passa por revisão interna humana antes de avançar — normalmente o próprio advogado responsável da conta revisa o enquadramento ético do texto. Só depois disso a peça segue pro escritório dar o aceite final, sempre fora do Atlas, dentro do Axis.

Cada escritório da carteira mantém calendário editorial e identidade de marca isolados dentro do Atlas, sem misturar conteúdo entre clientes diferentes da mesma agência.

O que a agência tem disponível

Geração de rascunho de texto e imagem a partir de briefing, com tom de voz e identidade travados por escritório a partir do plano Pro.

Calendário editorial isolado por escritório de recuperação judicial atendido, dentro da mesma conta de agência.

Aviso automático quando uma peça está pronta pra revisão do escritório, com aceite final sempre feito no Axis.

Cota de 4.000 créditos de geração por mês, por unidade — 1 crédito por imagem, 50 por vídeo.

Reaproveitamento de referência de tom e visual entre peças de um mesmo cliente, sem repetir conteúdo entre escritórios diferentes.

Uma revisão típica (situação ilustrativa, não é cliente real)

A agência Publicom Jurídico atende o escritório Ferrarezi Reestruturação. Pro aniversário do escritório, a equipe de conteúdo pede ao Atlas um post celebrativo — texto simples sobre anos de atuação, sem nenhuma menção a resultado, que segue direto pra aprovação depois da revisão de praxe.

Já numa campanha de captação diferente, o rascunho gerado veio com a frase "sua empresa sai da recuperação judicial garantida". Na revisão interna, o advogado responsável pela conta identifica que a frase fere o Provimento OAB nº 205/2021 e presume elegibilidade que não foi checada — reescreve o texto como conteúdo informativo sobre o que é recuperação judicial, sem promessa nenhuma, e só então encaminha pro escritório validar.

Quando o Atlas não é a ferramenta certa

Quando a agência espera que a IA avalie sozinha se uma peça cruza a linha da publicidade vedada pelo Provimento OAB nº 205/2021.

Quando o objetivo é publicar peça prometendo resultado — "recuperação garantida", "dívida quitada" — mesmo que informalmente.

Quando se espera que a IA confirme se uma empresa citada como exemplo cumpre os requisitos de elegibilidade da Lei nº 11.101/2005.

Quando se espera aprovação de conteúdo direto dentro do Atlas — o aceite final é sempre no Axis, com revisão do advogado responsável antes disso.

Sistemas envolvidos

Sistema principal: Centriu Atlas. Complementares quando fizer sentido: Centriu Axis.

Limitações e o que não faz

  • Não avalia sozinha se uma peça cruza a linha da publicidade vedada pelo Provimento OAB nº 205/2021 — checagem sempre da revisão interna humana, normalmente do advogado responsável pela conta.
  • Não confirma se uma empresa citada como exemplo cumpre os requisitos de elegibilidade do art. 48 da Lei nº 11.101/2005.
  • Cada peça segue com dono humano: rascunho da IA é ponto de partida, nunca publicação automática.
  • O aceite final de qualquer peça acontece sempre no Axis, nunca dentro do próprio Atlas.

Segurança e governança

Isolamento por conta de agência dentro do Atlas — cada escritório atendido mantém calendário e identidade próprios. Tratamento e exportação de dados seguem a LGPD (Lei nº 13.709/2018); a publicidade da advocacia segue o Provimento OAB nº 205/2021, e a recuperação judicial e falência seguem a Lei nº 11.101/2005.

Preço e contratação

Disponível por assinatura mensal, com níveis por módulo. Os valores e condições vêm da tabela oficial em /precos — sempre a fonte central, nunca cravada nesta página.

Perguntas frequentes

Dá pra prometer "recuperação garantida" numa peça?

Não. Isso fere o Provimento OAB nº 205/2021, que veda promessa de resultado na publicidade da advocacia, e ainda presume um requisito de elegibilidade da Lei nº 11.101/2005 que ninguém checou.

A IA sabe se uma peça fere a regra de publicidade da OAB?

Não sozinha. Esse enquadramento ético é sempre revisado por um humano da agência, normalmente o advogado responsável pela conta, antes de qualquer peça avançar.

Dá pra usar depoimento de "caso de sucesso" numa peça?

Com cuidado. Se o jeito de apresentar soa como garantia de resultado pra quem lê, mesmo sem citar nome, entra na mesma vedação — a revisão interna humana avalia isso caso a caso.

Onde acontece o aceite final da peça?

No Axis, sempre. A revisão interna acontece dentro do Atlas; a confirmação final do escritório é feita em outro ambiente.

O que acontece quando os créditos de IA se esgotam no meio do mês?

Novas gerações ficam bloqueadas até o ciclo renovar ou a agência trocar de plano — são 4.000 créditos mensais, 1 por imagem e 50 por vídeo.

Quais são os planos e preços do Centriu Atlas?

Por unidade atendida: Starter R$2.590, Pro R$3.890 e Max R$4.990, com a mesma lista de funcionalidades — a diferença é a cota mensal e o número de contas gerenciadas.

Ver o Centriu Atlas para agências de escritórios de recuperação judicial

Fale pelo canal comercial central ou deixe seus dados — retornamos com um diagnóstico do seu caso.

Fontes

  1. Centriu Atlas — página oficial do produto — Centriu, 2026-09-02 · link(primária)
  2. Lei nº 11.101/2005 — Regula a recuperação judicial, a extrajudicial e a falência do empresário e da sociedade empresária — Presidência da República, 2005-02-09 · link
  3. Provimento OAB nº 205/2021 — Dispõe sobre a publicidade e a informação da advocacia — Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) — Conselho Federal, 2021-07-15 · link
  4. Lei nº 13.709/2018 — Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) — Presidência da República, 2018-08-14 · link

Última atualização material em .

Por · Produção assistida por IA, com revisão humana · Política editorial