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Centriu TrustOps

Governança de dados para clínicas e consultórios: dado de saúde é sensível e precisa de registro, não de memória

Clínica e consultório tratam dado pessoal sensível por definição: informação sobre saúde entra na categoria do art. 11 da LGPD (Lei nº 13.709/2018), que exige hipóteses específicas para o tratamento — e não apenas o consentimento genérico. Na prática, isso significa que a clínica precisa saber onde cada dado está, quem responde por cada sistema, com que finalidade, e conseguir reconstruir a sequência de uma decisão quando um titular pede ou um auditor pergunta. O Centriu TrustOps é a camada de governança, privacidade e evidência que organiza isso: consentimento com versão, registro, revogação e confirmação de propagação por sistema; portal do titular com protocolo; decisão de aprovação somente-inclusão; e trilha encadeada por hash que permite reconstruir os eventos registrados de uma decisão. O TrustOps não garante conformidade, não substitui o encarregado de dados nem o advogado, e não varre sozinho a base de outros sistemas. A partir de R$1.290/mês.
Dado de saúde tem regime próprio
Pedido do titular com protocolo
Composição geométrica abstrata em azul sobre azul-escuro, com um registro de consentimento passando por um portão de verificação antes de seguir
Consentimento com versão, registro e confirmação de propagação.

Dado de saúde tem regime próprio — e a clínica responde por ele

A LGPD trata dados de saúde como sensíveis e reserva o art. 11 para as hipóteses de tratamento: entre elas, o consentimento específico e destacado, a tutela da saúde por profissionais e serviços de saúde, e o cumprimento de obrigação legal. O prontuário, o agendamento, a lista de exames e a conversa de WhatsApp com o paciente — tudo isso é dado de saúde em algum grau, espalhado por sistemas diferentes.

O problema prático não é a lei em abstrato: é que a clínica não consegue responder, em cinco minutos, onde estão os dados de um paciente específico, quem acessou, para qual finalidade e por qual base legal. Quando o titular pede, quando o convênio audita ou quando a ANPD pergunta, a resposta costuma ser garimpada em planilhas e caixas de e-mail — e chega tarde.

Onde a governança da clínica costuma falhar

  • Consentimento colhido na recepção, no papel, sem versão nem registro de quem colheu e quando.
  • Paciente pede exclusão ou acesso aos dados e a resposta depende de achar em qual sistema ele está.
  • Retirada de consentimento de um canal não se propaga para os outros — e o paciente segue recebendo mensagem.
  • Ninguém sabe dizer quais ferramentas com IA (agenda, triagem, transcrição) tratam dado de paciente.
  • Mudança de finalidade de uso acontece sem nova base legal e sem registro.
  • Auditoria pede a sequência de uma decisão e a resposta é uma reconstrução verbal.

O que o Centriu TrustOps assume — e onde ele passa a vez

No TrustOps, o consentimento tem versão, registro, revogação e confirmação de propagação por sistema: quando o paciente retira o consentimento de um canal, cada sistema confirma o cumprimento, e o que não confirmou fica visível em vez de virar silêncio. O pedido do titular entra pelo portal com protocolo e acompanhamento; a consulta de andamento exige protocolo e e-mail e não revela se o pedido existe, e e-mail e telefone são guardados apenas como máscara e resumo criptográfico.

O inventário de sistemas de IA nomeia responsável, finalidade, risco e estado de autorização — inclusive as ferramentas de agenda e triagem que a clínica já usa. As aprovações registram decisão por pessoa, com quórum, delegação e prazo, em trilha somente-inclusão.

O que ele não faz: não garante conformidade, não decide aplicabilidade jurídica, não substitui o encarregado nem o advogado e não varre sozinho a base de outros sistemas — a execução é coordenada por sistema e registrada tarefa a tarefa. E o prazo de resposta ao titular sai de configuração da organização (15 dias por padrão), não de regra legal fixa: quem decide o prazo aplicável é a assessoria jurídica da clínica.

Recursos prontos para a clínica usar hoje

  • Consentimento com versão, registro, revogação e confirmação de propagação por sistema.
  • Portal público do titular com protocolo, acompanhamento e minimização (máscara + resumo criptográfico).
  • Inventário de IA com responsável nomeado, finalidade, risco e estado de autorização.
  • Políticas versionadas com validação e simulação antes da publicação.
  • Aprovações com quórum, delegação e prazo, com decisão por pessoa e trilha somente-inclusão.
  • Trilha encadeada por hash com verificação de integridade e reconstrução por identificador de correlação.
  • Cofre de evidências com cadeia de custódia e pacote de exportação.
  • Riscos com metodologia publicada, apetite, tolerância e plano de tratamento.

Uma quarta-feira na Clínica Vida Plena (situação ilustrativa, não é cliente real)

Às 9h, a recepção registra o consentimento de uma paciente para comunicações de acompanhamento, com a versão do texto e a data — não mais um papel na gaveta.

Às 11h, a paciente pede a exclusão dos dados de marketing pelo portal. O pedido entra com protocolo; a clínica vê, por sistema, o que já foi cumprido e o que falta, em vez de descobrir na auditoria.

À tarde, o responsável técnico revisa o inventário de IA: a ferramenta de transcrição de consulta está lá, com finalidade e responsável nomeados. No fim do dia, o gestor exporta o pacote de evidências do período para a auditoria do convênio — com a cadeia de custódia registrada, sem montar dossiê à mão.

Planilha de consentimento vs. propagação confirmada por sistema

Sem sistema, o consentimento é uma planilha que ninguém atualiza e a revogação é um e-mail que ninguém confirma: o paciente sai do mailing de um canal e continua recebendo em outro. Com o TrustOps, cada sistema confirma o cumprimento e o que não confirmou aparece — a clínica trata a exceção em vez de supor que está tudo certo.

Quando o Centriu TrustOps não é a escolha certa

  • Se a expectativa é uma garantia automática de conformidade — o TrustOps organiza evidência, não emite certidão.
  • Se a decisão é jurídica (qual base legal se aplica ao caso) — isso é do advogado e do encarregado.
  • Se a clínica quer que o sistema apague dados na base de todos os fornecedores sozinho — a execução é coordenada, não automática.
  • Se o objetivo é uma IA que responda ao titular — o TrustOps não tem IA própria.
  • Se a clínica precisa de prontuário eletrônico — o TrustOps governa o dado, não é o prontuário.

Sistemas envolvidos

Sistema principal: Centriu Trustops.

Limitações e o que não faz

  • Não garante conformidade nem afirma "risco zero": organiza evidência e prepara a clínica para auditoria.
  • Não substitui o encarregado de dados nem o advogado, e não decide aplicabilidade jurídica.
  • Não tem IA própria: o gateway apenas encaminha chamadas a provedores configurados pela organização.
  • Não varre sozinho a base dos outros sistemas para atender um pedido — coordena por sistema, tarefa a tarefa.
  • O prazo de resposta ao titular sai de configuração da organização (15 dias por padrão), não de regra legal fixa.
  • Não é prontuário eletrônico, CRM nem ERP.

Segurança e governança

Isolamento por organização aplicado no banco em todas as tabelas do módulo, e nenhuma delas legível por visitante anônimo. Trilhas somente-inclusão impostas por política e por gatilho — válidas também para a chave de serviço e para o dono da tabela. Verificação de integridade sob demanda. O tratamento de dados segue a LGPD (Lei nº 13.709/2018), com atenção ao regime de dado sensível do art. 11.

Preço e contratação

Disponível por assinatura mensal, com níveis por módulo. O investimento e as condições são definidos com o time, a partir do escopo da operação — fale com a Centriu. Nenhum valor é cravado nesta página.

Perguntas frequentes

O TrustOps substitui o encarregado de dados (DPO)?

Não. Ele organiza inventário, consentimento, pedidos e evidências para o encarregado trabalhar; a decisão jurídica é humana.

Dado de saúde tem tratamento diferente na LGPD?

Sim: a Lei nº 13.709/2018 trata dados de saúde como sensíveis e reserva o art. 11 para as hipóteses de tratamento. O TrustOps registra a base e a finalidade; a aplicabilidade é decisão jurídica.

Como funciona o pedido do titular?

O titular acompanha pelo portal com protocolo; a consulta não revela se o pedido existe, e e-mail e telefone ficam como máscara e resumo criptográfico.

A retirada de consentimento para um canal vale para os outros?

O TrustOps registra a revogação e acompanha a confirmação de propagação por sistema; o que não confirmou fica visível.

O TrustOps garante conformidade?

Não. Ele apoia a adequação e organiza evidências; não emite garantia nem substitui auditoria jurídica.

Quanto custa?

A partir de R$1.290/mês. Detalhes em /precos/.

Ver o Centriu TrustOps para clínicas

Fale pelo canal comercial central ou deixe seus dados — retornamos com um diagnóstico do seu caso.

Fontes

  1. Centriu TrustOps — página pública do produto — Centriu, 2026-10-09 · link(primária)
  2. Centriu TrustOps — ficha pública (API, JSON) — Centriu, 2026-10-09 · link
  3. Lei nº 13.709/2018 — Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) — Presidência da República, 2018-08-14 · link

Última atualização material em .

Por · Produção assistida por IA, com revisão humana · Política editorial