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Centriu TrustOps

Governança de dados para Escritórios de direito do consumidor: reclamação, indenização e procon com dono e próximo passo

O dia de Escritórios de direito do consumidor tem uma parte administrativa que se repete — reclamação, indenização, agendar consulta — e uma parte que exige julgamento. O Centriu TrustOps assume a primeira com mecanismo próprio: mantém o inventário de sistemas, agentes, modelos e fornecedores de IA com responsável nomeado, finalidade, risco e estado de autorização. A segunda permanece humana: assegurar conformidade jurídica ou eliminar todo o risco, substituir auditor, advogado ou encarregado de dados e ter IA própria ou varrer sozinho a base dos outros sistemas para atender a um titular não são decisões do sistema. O setor tem como referência o Estatuto da Advocacia (Lei nº 8.906/1994), e o dado de contato segue a LGPD (Lei nº 13.709/2018). Cada empresa acessa apenas o próprio contexto. A partir de R$1.290/mês.
Nunca decide orientação jurídica sem consulta
Nunca improvisa em garantia de indenização
Composição geométrica abstrata em azul-ardósia sobre grafite, com fichas de inventário e uma cadeia de elos encadeados por hash
Inventário, dono e limite numa cadeia de evidência que não se edita.

O cenário que o Centriu TrustOps encontra em Escritórios de direito do consumidor

Para Escritórios de direito do consumidor, a operação é uma função crítica que costuma ser exercida nas sobras do dia. Consumidor relata o problema pelo WhatsApp e espera retorno. Prazo de reclamação se perde sem acompanhamento. O que é administrativo — reclamação, indenização e procon — é resolvido de memória; o fluxo de agendar consulta e enviar documento depende de alguém olhar a agenda; e orientação jurídica sem consulta e garantia de indenização ficam esperando uma pessoa disponível. O Estatuto da Advocacia (Lei nº 8.906/1994) dá o enquadramento do setor. O Centriu TrustOps transforma essa função em sistema: mantém o inventário de sistemas, agentes, modelos e fornecedores de IA com responsável nomeado, finalidade, risco e estado de autorização.

Os atritos que se repetem em Escritórios de direito do consumidor

  • Consumidor relata o problema pelo WhatsApp e espera retorno.
  • Documentos chegam em canais variados e não têm triagem.
  • Prazo de reclamação se perde sem acompanhamento.
  • O histórico vive no aparelho pessoal de quem trabalha, não na empresa.
  • A mesma informação é reconstruída três vezes para três pessoas diferentes.

O papel do Centriu TrustOps na rotina de Escritórios de direito do consumidor

A lógica do Centriu TrustOps em Escritórios de direito do consumidor é simples: primeiro ele assume o que se repete — mantém o inventário de sistemas, agentes, modelos e fornecedores de IA com responsável nomeado, finalidade, risco e estado de autorização — e depois devolve o que exige julgamento. versiona políticas com validação e simulação antes da publicação e organiza a central de aprovações com quórum, delegação e prazo. O limite é explícito: assegurar conformidade jurídica ou eliminar todo o risco, substituir auditor, advogado ou encarregado de dados e ter IA própria ou varrer sozinho a base dos outros sistemas para atender a um titular não são decisões do sistema. Quando o assunto entra nesse terreno, quem decide é uma pessoa, com o histórico aberto.

As peças do sistema na rotina de Escritórios de direito do consumidor

  • O que o Centriu TrustOps assume em Escritórios de direito do consumidor: mantém o inventário de sistemas, agentes, modelos e fornecedores de IA com responsável nomeado, finalidade, risco e estado de autorização.
  • Sem depender de memória: versiona políticas com validação e simulação antes da publicação e organiza a central de aprovações com quórum, delegação e prazo.
  • O sistema cobre registra consentimento por canal com versão e revogação, e conduz o pedido de titular por tarefa em cada sistema.
  • Registro e visibilidade: mantém uma trilha somente-inclusão encadeada por hash, com verificação de integridade, cofre de evidências e reconstrução por identificador de correlação.
  • Quando o assunto é ter IA própria ou varrer sozinho a base dos outros sistemas para atender a um titular, a decisão é humana por desenho.
  • Informação administrativa sobre reclamação, indenização e procon num lugar único.
  • O papel do sistema é a camada operacional; o julgamento é de gente.
  • Aviso ao responsável quando algo depende de decisão.

O dia a dia de Advocacia Consumidor em Foco com o Centriu TrustOps (situação ilustrativa, não é cliente real)

Em Advocacia Consumidor em Foco, o dia começa assim: um consumidor envia o protocolo pelo WhatsApp e a IA registra o caso para a triagem. Enquanto isso, alguém precisa de indenização. O Centriu TrustOps responde com o que está registrado e mantém o fluxo de agendar consulta em dia. No meio da tarde, uma decisão de exceção — garantia de indenização — aparece; ela não é do sistema: quem decide é uma pessoa. O registro fica num lugar único, então nada se perde entre ferramentas.

O que muda em Escritórios de direito do consumidor quando a rotina vira sistema

No cenário antigo, Escritórios de direito do consumidor dependiam de alguém lembrar: consumidor relata o problema pelo WhatsApp e espera retorno. Documentos chegam em canais variados e não têm triagem. No cenário com o Centriu TrustOps, o que é padrão deixa de depender de memória — mantém o inventário de sistemas, agentes, modelos e fornecedores de IA com responsável nomeado, finalidade, risco e estado de autorização — e o que exige julgamento continua humano. A operação deixa de ser um gargalo invisível e vira um fluxo com dono e registro.

O que o Centriu TrustOps não faz em Escritórios de direito do consumidor

  • Quando a necessidade é orientação jurídica sem consulta, a decisão é de outra área — o sistema não substitui isso.
  • Se o caso exige garantia de indenização, a decisão sai do sistema e vai para uma pessoa — por desenho.
  • Se a empresa precisa de consulta sem contrato, o Centriu TrustOps não assume essa responsabilidade.
  • Quando a necessidade é orientação jurídica sem consulta, a decisão é de outra área — o sistema não substitui isso.
  • Se o caso exige garantia de indenização, a decisão sai do sistema e vai para uma pessoa — por desenho.

Sistemas envolvidos

Sistema principal: Centriu Trustops.

Limitações e o que não faz

  • Não decide orientação jurídica sem consulta — a alçada é humana, por desenho do produto.
  • Não improvisa em garantia de indenização — o sistema faz só o que está configurado.
  • Não faz ser CRM, ERP ou a central administrativa da plataforma — o sistema registra em vez de prometer.
  • Não decide orientação jurídica sem consulta — a alçada é humana, por desenho do produto.
  • Não mantém o histórico no aparelho de quem trabalha — ele fica na conta da organização.
  • Não envia PII para analytics; o dado pessoal fica no escopo da operação.

Segurança e governança

O desenho é simples: informação na conta da organização, acesso por permissão, isolamento entre empresas e trilha de auditoria. Dados de consumidor seguem a LGPD (Lei nº 13.709/2018). Quando a decisão não é do sistema — orientação jurídica sem consulta, garantia de indenização —, ela é humana e registrada. O setor tem como referência o Estatuto da Advocacia (Lei nº 8.906/1994).

Preço e contratação

Disponível por assinatura mensal, com níveis por módulo. O investimento e as condições são definidos com o time, a partir do escopo da operação — fale com a Centriu. Nenhum valor é cravado nesta página.

Perguntas frequentes

Como funcionam os planos do Centriu TrustOps?

A contratação do Centriu TrustOps segue os níveis publicados pela Centriu, com o escopo descrito na página do produto.

Preciso trocar o que já uso para adotar o Centriu TrustOps?

Não é preciso trocar tudo. O Centriu TrustOps organiza a camada em que atua: mantém o inventário de sistemas, agentes, modelos e fornecedores de IA com responsável nomeado, finalidade, risco e estado de autorização.

Quando a decisão sai do sistema e vai para uma pessoa?

Sempre que o assunto exige julgamento ou alçada, como orientação jurídica sem consulta, garantia de indenização ou consulta sem contrato. Nesses casos, quem decide é gente, com o contexto visível.

Como o Centriu TrustOps trata dados pessoais?

O tratamento de dados pessoais segue a LGPD (Lei nº 13.709/2018). Cada organização acessa somente o próprio contexto, com isolamento entre empresas.

O Centriu TrustOps registra o que foi feito?

Sim: versiona políticas com validação e simulação antes da publicação e organiza a central de aprovações com quórum, delegação e prazo e mantém uma trilha somente-inclusão encadeada por hash, com verificação de integridade, cofre de evidências e reconstrução por identificador de correlação.

Como ficam indenização e procon na operação?

Os dois entram no mesmo lugar, junto com reclamação e nota fiscal: mantém o inventário de sistemas, agentes, modelos e fornecedores de IA com responsável nomeado, finalidade, risco e estado de autorização. A decisão sobre orientação jurídica sem consulta ou garantia de indenização fica com uma pessoa.

O Centriu TrustOps substitui a equipe?

Não. O Centriu TrustOps organiza a camada operacional; as decisões continuam com a equipe.

Conhecer o Centriu TrustOps aplicado a Escritórios de direito do consumidor

Fale pelo canal comercial central ou deixe seus dados — retornamos com um diagnóstico do seu caso.

Fontes

  1. Centriu TrustOps — página pública do produto — Centriu, 2026-10-09 · link(primária)
  2. Centriu TrustOps — ficha pública (API, JSON) — Centriu, 2026-10-09 · link
  3. Lei nº 8.906/1994 — Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) — Presidência da República, 1994-07-04 · link
  4. Lei nº 8.078/1990 — Código de Defesa do Consumidor (CDC) — Presidência da República, 1990-09-11 · link
  5. Lei nº 13.709/2018 — Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) — Presidência da República, 2018-08-14 · link

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Por · Produção assistida por IA, com revisão humana · Política editorial