Operações para agências de marketing: o plano do mês vira tarefa com dono, etapa e prazo
A agência produz em etapas — e é entre uma etapa e outra que o prazo se perde
A Lei nº 4.680/1965 dispõe sobre o exercício da profissão de publicitário e de agenciador de propaganda e define a agência de propaganda como a pessoa jurídica especializada na arte e técnica publicitária que estuda, concebe, executa e distribui propaganda por ordem e conta de clientes anunciantes (art. 3). A produção de uma campanha é, por natureza, um fluxo: estratégia, redação, design, vídeo, revisão, aprovação e publicação — com gente diferente em cada etapa.
O problema não é a falta de trabalho; é a falta de registro. O pedido chega pelo aplicativo de mensagem, o prazo combinado não tem dono, a peça aprovada verbalmente não tem prova e a data de entrega vira negociação a cada semana. Para o cliente, o atraso é da agência; para a agência, o atraso é sempre "do outro" — porque o combinado não está em lugar nenhum. O CDC lembra que a oferta veiculada obriga quem a apresenta (art. 30) e que a recusa de cumprimento dá ao consumidor o direito de exigir cumprimento, aceitar equivalente ou rescindir (art. 35): prazo prometido é promessa séria.
Onde a operação da agência costuma furar
- Pedido de campanha que chega pelo chat e nunca vira tarefa com dono.
- Prazo único para a peça inteira, sem prazo por etapa — o atraso só aparece no fim.
- Arquivo final perdido em conversa, e-mail ou pasta compartilhada.
- Aprovação do cliente dada verbalmente e contestada depois.
- Ninguém sabe quantas demandas entraram no mês nem em que etapa cada uma está.
- Retrabalho escondido: a peça muda de versão e o histórico não acompanha.
O que o Centriu Run assume — e onde ele passa a vez
No Run, o planejamento aprovado vira tarefas, e cada tarefa tem etapas nomeadas — da estratégia à publicação —, com executor próprio em cada etapa e prazo calculado a partir da data de entrega. Briefing, orientações, comentários, anexos e arquivos finais ficam dentro da própria tarefa. A fila de demandas organiza o que entra por categoria, prioridade e situação, com histórico.
A aprovação do cliente não acontece no Run: a tarefa vai para a etapa de aprovação do cliente e a decisão é registrada no Centriu Axis, com prazo de 48 horas corridas — além do cliente, membros da equipe da agência também podem registrá-la, e o sistema guarda quem respondeu. Internamente, as etapas de revisão e de aprovação interna são registradas à parte da aprovação do cliente. Se a equipe ligar o agendamento automático para um cliente, a aprovação dele no Axis agenda sozinha a publicação no horário configurado, nos canais conectados, e leva a tarefa para a etapa de postagem; sem isso, a publicação é agendada pela equipe, com fila, novas tentativas e histórico.
O que ele não faz: não é ferramenta ágil (sem sprint, ponto de história, épico ou gráfico de queima), não tem construtor de automação para o usuário montar a própria regra, não tem dependência entre tarefas, subtarefa, lista de verificação por tarefa, apontamento de horas nem recorrência, e não funciona sem conexão — o aplicativo exige internet.
Recursos prontos para a agência usar hoje
- Fluxo de produção com etapas nomeadas: da estratégia à publicação.
- Executor por etapa — quem escreve, quem desenha, quem revisa, quem publica.
- Prazo de cada etapa calculado a partir da data de entrega da peça.
- Planejamento do mês convertido em tarefas, com os prazos já distribuídos.
- Aprovação do cliente enviada pelo Run e decidida no Centriu Axis.
- Briefing, orientações, comentários, anexos e arquivos finais na própria tarefa.
- Publicação nos canais conectados com fila, nova tentativa e histórico.
- Aplicativo Android com aviso no aparelho; a versão iOS abre a mesma operação, ainda sem aviso.
Uma quarta-feira na Agência Dobra (situação ilustrativa, não é cliente real)
Às 9h, a coordenação converte o planejamento aprovado do mês em tarefas: cada peça nasce com o prazo de cada etapa já calculado a partir da data de entrega. Redação e design aparecem como executores de etapas diferentes da mesma tarefa.
Ao meio-dia, uma peça vai para aprovação do cliente; a decisão entra no Axis dentro do prazo de 48 horas corridas, e o sistema registra quem respondeu. Como o agendamento automático está ligado para aquele cliente, a aprovação agenda a publicação no horário configurado e a tarefa segue para a etapa de postagem.
No fim do dia, a fila de demandas mostra três pedidos novos com categoria e prioridade. A trilha da tarefa guarda cada movimento, com carimbo de tempo do servidor — quando o cliente pergunta o que aconteceu, a resposta está no registro, não na memória de quem atendeu.
Pedido no chat vs. tarefa com etapa, dono e prazo
Sem sistema, a agência trabalha com um quadro branco mental: o pedido entra pelo chat, o prazo não tem dono e o atraso aparece na véspera da entrega. Com o Run, o plano vira tarefa, cada etapa tem executor e prazo, a aprovação fica registrada no Axis e a publicação tem fila e histórico — a operação deixa de depender de quem lembrou do que.
Quando o Centriu Run não é a escolha certa
- Se a agência quer uma ferramenta ágil com sprint e gráfico de queima — o Run não é isso.
- Se a expectativa é que o cliente aprove dentro do Run — a decisão acontece no Centriu Axis.
- Se a operação precisa montar regras de automação próprias — o que é automático já vem definido.
- Se o trabalho exige dependência entre tarefas, subtarefas ou apontamento de horas — fora do escopo.
- Se a equipe trabalha sem conexão — o aplicativo exige internet.
Sistemas envolvidos
Sistema principal: Centriu Run.
Limitações e o que não faz
- Não é ferramenta ágil: não tem sprint, ponto de história, épico nem gráfico de queima.
- Não é onde o cliente aprova — a decisão do cliente acontece no Centriu Axis.
- Não tem construtor de automação para o usuário montar a própria regra: o que é automático já vem definido.
- Não tem dependência entre tarefas, subtarefa, lista de verificação por tarefa, apontamento de horas nem recorrência.
- Não funciona sem conexão: o aplicativo exige internet.
- Não é a central de atendimento nem o CRM da agência.
Segurança e governança
A trilha por tarefa é somente-inclusão, com carimbo de tempo do servidor, e o cliente não altera nem exclui entrada alguma — a tentativa de remoção também fica registrada. Anexos de demandas ficam em armazenamento privado, com link temporário, e o envio valida tipo e tamanho do arquivo. Exportar dados do titular exige credencial ativa de administrador; as permissões são por módulo e por etapa. O tratamento de dados segue a LGPD (Lei nº 13.709/2018).
Preço e contratação
Disponível por assinatura mensal, com níveis por módulo. O investimento e as condições são definidos com o time, a partir do escopo da operação — fale com a Centriu. Nenhum valor é cravado nesta página.
Perguntas frequentes
O cliente aprova dentro do Run?
Não. A decisão do cliente é registrada no Centriu Axis, com prazo de 48 horas corridas; o sistema guarda quem respondeu, e membros da equipe também podem registrar a decisão.
Dá para ver o prazo de cada etapa?
Sim: cada etapa tem executor e prazo próprios, calculados a partir da data de entrega.
O Run publica sozinho?
A publicação roda nos canais conectados com fila, nova tentativa e histórico. Se a equipe ligar o agendamento automático, a aprovação no Axis agenda a publicação sozinha.
O Run é uma ferramenta ágil?
Não: não tem sprint, ponto de história, épico nem gráfico de queima. Ele organiza o fluxo de produção por etapas.
Funciona sem internet?
Não. O aplicativo exige conexão; a versão Android avisa no aparelho e a iOS abre a mesma operação, ainda sem aviso no aparelho.
Quanto custa?
A partir de R$490/mês. Detalhes em /precos/.
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