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Centriu Atlas

Produção de Conteúdo com IA para Agências que Atendem Organizações da Sociedade Civil (ONGs e OSCIPs)

Comunicação de causa vive de história, prova e prestação de contas — e é justamente aí que o conteúdo de ONG costuma escorregar. Uma peça que vende um número de impacto sem que a organização meça esse número, ou que conta a história de uma pessoa atendida sem consentimento, troca credibilidade por alcance. O contrato de produção fica sempre entre a agência de comunicação e a organização cliente; a ONG nunca contrata o Centriu Atlas diretamente. O marco do setor é a Lei nº 13.019/2014 (MROSC) e a Lei nº 9.790/1999 (OSCIP), que pedem transparência — não uma promessa de transformação. A IA do Atlas escreve o rascunho a partir do briefing da agência; sem acesso a nenhum dado real de atendimento, ela não confirma sozinha se um número citado tem lastro nem se uma história foi autorizada, e isso cabe a quem revisa dentro da agência. A partir do plano Pro, cada organização atendida guarda calendário e identidade visual próprios dentro da conta da agência. Há teto de IA por plano, em 5 horas e em 7 dias; batendo o teto, a IA para de gerar peça nova até a janela liberar, sem cobrar excedente. Planos por unidade atendida: Starter R$2.590, Pro R$3.890, Max R$4.990.
Mockup do dashboard do Centriu Atlas
Nunca promete impacto garantido
Imagem de beneficiário exige consentimento
Pessoa trabalhando em notebook com notificações na tela
Rascunho pronto pela IA, revisão sempre humana antes de sair.

História, prova e prestação de contas: a gramática própria da comunicação de causa

Comunicação de causa tem uma gramática própria: ela pede história, prova e prestação de contas. Quem lê uma peça de ONG quer entender o problema, enxergar o trabalho e saber para onde vai o recurso — e cada um desses elementos tem um limite. A história precisa ser real e consentida; a prova precisa ter fonte; a prestação de contas precisa bater com o que a organização de fato mede.

O marco legal ajuda a organizar isso: a Lei nº 13.019/2014 (MROSC) rege as parcerias com o poder público, e a Lei nº 9.790/1999 qualifica as OSCIPs. Nada disso, porém, se transforma em slogan: o que a lei exige é transparência, não uma promessa de impacto.

O erro mais comum é vender resultado antes de comprovar processo. Uma peça que anuncia um número de vidas transformadas sem que a organização meça esse número, ou que usa a história de uma pessoa real sem consentimento, troca credibilidade por alcance — e o público de causa percebe isso rápido.

Os quatro deslizes que mais aparecem numa peça de ONG

  • Número de impacto sem fonte: "já ajudamos 5 mil famílias" quando a organização não mede isso.
  • História de beneficiário identificada, publicada sem consentimento registrado.
  • Peça que trata doação como produto e promete contrapartida que a organização não oferece.
  • Legenda que transforma a causa em slogan, sem explicar o trabalho real por trás.

O papel do Atlas nesse fluxo

A partir do briefing da agência, a IA propõe o rascunho de post, carrossel ou imagem para a organização. Sem acesso a nenhum dado real de atendimento, ela não tem como saber se um número citado tem lastro nem se uma história usada foi autorizada — esse julgamento fica sempre com quem revisa dentro da agência.

Cada organização atendida guarda calendário e identidade separados dos demais clientes da carteira, dentro da mesma conta de agência. A aprovação final de qualquer peça nunca acontece dentro do Atlas — só no Axis, depois que a revisão interna já validou o conteúdo.

O que a agência tem disponível

  • A partir de um briefing curto, a IA devolve rascunho de texto e imagem, com identidade visual e tom de voz fixos por cliente desde o plano Pro.
  • Cada organização da carteira mantém calendário editorial próprio, sem cruzar pauta com outro cliente atendido.
  • Aviso automático para a organização quando uma peça está pronta para revisão — o aceite final acontece sempre no Axis.
  • Indicador de uso de IA por janela, em percentual das últimas 5 horas e dos últimos 7 dias.
  • Peça, arte ou texto produzido para uma organização fica restrito a ela — nada é reaproveitado entre clientes da carteira.

Uma revisão real de agência (situação ilustrativa, não é cliente real)

A agência Causa Viva Comunicação atende duas organizações. Para a Rede Amparo, o pedido é um post educativo sobre como ser voluntário — conteúdo aprovado depois da revisão de rotina.

Já para o Instituto Semear, o rascunho que saiu da IA trazia a frase "já transformamos 1.000 vidas" e a história de uma beneficiária identificada. A pessoa responsável pela conta identifica dois problemas — o número sem fonte e a história sem consentimento —, reescreve com linguagem de processo, substitui o número por um dado que a organização realmente mede e anonimiza a história, e só então manda para a organização validar.

Quando o Atlas não é a ferramenta certa

  • Quando a expectativa é que a IA, sozinha, confirme se um número de impacto citado tem lastro.
  • Quando o pedido é usar a história de uma pessoa atendida sem consentimento registrado.
  • Quando o objetivo é vender doação como produto com contrapartida.
  • Quando a organização quer dar o aceite final direto dentro do Atlas — essa etapa acontece sempre no Axis.

Sistemas envolvidos

Sistema principal: Centriu Atlas. Complementares quando fizer sentido: Centriu Axis.

Limitações e o que não faz

  • Não confirma sozinha se um número de impacto citado tem lastro — isso passa sempre por revisão de alguém da agência.
  • Não verifica se há consentimento para contar a história de uma pessoa atendida — checagem sempre humana.
  • Toda peça sai com um responsável humano por trás: o rascunho da IA é ponto de partida, nunca vira publicação sozinho.
  • O aceite final de qualquer peça é sempre dado no Axis — a ferramenta de produção não decide isso sozinha.

Segurança e governança

Conta por agência, sempre isolada: cada organização atendida guarda o próprio calendário e identidade, sem se misturar com a de outro cliente da mesma agência. Histórias e dados de pessoas atendidas seguem a LGPD (Lei nº 13.709/2018), com proteção reforçada quando houver criança ou adolescente (ECA, Lei nº 8.069/1990); o marco de parceria segue a Lei nº 13.019/2014 e a qualificação OSCIP segue a Lei nº 9.790/1999.

Preço e contratação

Disponível por assinatura mensal, com níveis por módulo. O investimento e as condições são definidos com o time, a partir do escopo da operação — fale com a Centriu. Nenhum valor é cravado nesta página.

Perguntas frequentes

Pode publicar "já ajudamos 5 mil famílias"?

Só se a organização mede e comprova esse número. A revisão interna da agência troca o número sem fonte por um dado que a organização realmente acompanha.

A IA pode contar a história de uma pessoa atendida?

Ela não decide isso sozinha. Contar história real exige consentimento registrado; a checagem é sempre humana.

A IA pode prometer contrapartida por doação?

Não. Doação não é compra; a peça não deve sugerir retribuição que a organização não oferece.

Onde fica a aprovação final do conteúdo?

Sempre no Axis. A agência revisa por dentro do Atlas primeiro; só depois a organização recebe o aviso.

O que acontece quando o limite de uso de IA acaba?

A geração de peça nova fica pausada até a janela reabrir ou a agência mudar de plano.

Quais são os planos e preços do Centriu Atlas?

Por unidade atendida: Starter R$2.590, Pro R$3.890 e Max R$4.990 — a lista de recursos é igual nos três; muda o teto de uso de IA e o número de contas geridas.

Ver o Centriu Atlas para agências de ONGs e OSCIPs

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Fontes

  1. Centriu Atlas — página oficial do produto — Centriu, 2026-10-08 · link(primária)
  2. Lei nº 13.019/2014 — Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC) — Presidência da República, 2014-07-31 · link
  3. Lei nº 9.790/1999 — qualifica as Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) — Presidência da República, 1999-03-23 · link
  4. Lei nº 8.069/1990 — Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) — Presidência da República, 1990-07-13 · link
  5. Lei nº 13.709/2018 — Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) — Presidência da República, 2018-08-14 · link

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Por · Produção assistida por IA, com revisão humana · Política editorial