Entende o contexto
Lê a operação, o cliente e o histórico antes de propor qualquer coisa.
Vendas, marketing, atendimento, operação, financeiro e inteligência trabalhando sobre o mesmo contexto — para sua empresa ganhar escala sem perder controle.
Sua empresa inteira. Uma operação. IA trabalhando.
Para empresas de qualquer setor que querem crescer com estrutura, controle e inteligência.
Painel ilustrativo do Sistema Centriu com sete frentes trabalhando: atendimento, comercial, operação, agentes, inteligência, conteúdo e marketing. Cada frente mostra o trabalho concluído ou o próximo passo.
Representação ilustrativa do trabalho em execução
Não é falta de ferramenta. É que cada ferramenta resolve um pedaço, e ninguém é dono do todo. O custo disso não aparece numa fatura — aparece no mês seguinte.
Sistemas que não se falam
O mesmo dado é digitado de novo — e cada cópia conta uma história diferente.
Dados duplicados
Ninguém sabe qual versão é a verdadeira na hora de decidir.
Conversas perdidas
O cliente repete o contexto a cada canal e a cada pessoa.
Tarefas espalhadas
O trabalho vive em planilhas, mensagens e na memória de alguém.
Decisões sem contexto
A escolha é feita com o recorte que estava à mão, não com o que importava.
Automações desconectadas
Cada ferramenta automatiza um pedaço e ninguém enxerga o todo.
Nenhum desses problemas se resolve comprando mais um software. Eles se resolvem quando a operação inteira passa a trabalhar sobre o mesmo contexto.
A Centriu não é uma coleção de produtos. É uma plataforma em que clientes, áreas e agentes leem e escrevem no mesmo lugar.
Cliente 360
Um contexto, não vários cadastros
Cada conversa, tarefa, campanha, cobrança e decisão fica ligada ao cliente e à operação — não a um sistema isolado.
As áreas abaixo são partes da mesma operação, não produtos separados. Elas compartilham conta, permissões e histórico.
A inteligência artificial da Centriu participa da operação: entende contexto, prepara trabalho, executa rotinas e pede aprovação quando importa.
Lê a operação, o cliente e o histórico antes de propor qualquer coisa.
Redige, organiza, calcula e deixa pronto para revisão humana.
Roda o que é repetitivo dentro dos limites definidos pela empresa.
Cruza áreas, identifica prioridade e mostra o motivo da recomendação.
O que é sensível passa por uma pessoa antes de valer. Sem exceção silenciosa.
Registra o que aconteceu e usa o resultado para melhorar a próxima decisão.
Uma plataforma, várias frentes de trabalho. Tudo no mesmo contexto, com a IA participando do que dá para acelerar.
CRM, pipeline, oportunidades, propostas, follow-up e automações.
WhatsApp, Instagram, Messenger, chat do site e e-mail no mesmo contexto.
Tarefas, responsáveis, prazos, aprovações, agenda e capacidade.
Contas, cobranças, caixa, fiscal, margem, IR, orçamento e inteligência econômica.
Planejar, produzir, aprovar, publicar e medir conteúdo e campanhas.
Painéis, alertas, previsões, recomendações e leitura executiva.
Rotinas executadas continuamente pela IA com controle e aprovação.
Diagnóstico, estratégia, transformação, acompanhamento e especialistas.
A Centriu faz sentido quando o volume aumenta e a estrutura precisa acompanhar. Não é sobre setor nem tamanho: é sobre a operação conseguir sustentar o próximo estágio.
As vendas crescem, mas o processo não acompanha.
As áreas trabalham separadas e o cliente sente.
A operação depende de pessoas específicas.
O financeiro ficou complexo e o caixa perde visibilidade.
O atendimento cresce em volume e em canais.
A IA entra sem contexto, controle ou histórico.
Se a empresa ainda não começou a crescer, a Centriu também ajuda a preparar a estrutura para o primeiro salto.
Ver a Centriu funcionandoA Centriu combina tecnologia, inteligência, método e acompanhamento. A consultoria diagnostica, desenha, implanta e acompanha — com evidências, não com apresentação.
Diagnóstico e imersão na operação
Estratégia e prioridades
Roadmap de transformação
Desenho da arquitetura operacional
Implantação conduzida
Acompanhamento com evidências
Benchmarking e leitura de mercado
Especialistas, rede e inteligência coletiva
Uma conversa para entender onde a sua operação perde tempo, dinheiro ou capacidade — e o que a Centriu faria primeiro.
funcionalidade
No Centriu TrustOps, uma aprovação não é um interruptor permanente: ela exige um número mínimo de votos — quórum —, e uma única rejeição decide contra, mesmo que o quórum de aprovações já estivesse alcançado. Sem um prazo próprio definido, a aprovação recebe 24 horas de validade a partir do instante em que é concedida — nunca fica eterna por omissão. E, na hora de usar de fato o que foi aprovado, o TrustOps confere tudo de novo: prazo, número de usos restantes, teto de valor declarado e cada vínculo — a que agente, ativo de IA, modelo ou finalidade a aprovação se limita —, recusando por padrão quando falta informação para confirmar o vínculo.

A forma mais simples de aprovação é uma pergunta com duas respostas: alguém pede, outra pessoa decide, fim. Isso funciona bem quando a decisão é pontual e o efeito acontece uma vez só. O problema aparece quando o que está sendo aprovado não é um evento único, mas uma AUTORIZAÇÃO que vale por um tempo, para um valor limitado, ou para um uso específico — liberar um agente de IA para executar uma ação de custo variável, por exemplo, até um determinado teto, durante um período determinado.
Nesse cenário, um "sim" binário esconde perguntas que importam: quem exatamente decidiu, e quantas pessoas precisavam concordar? Até quando vale essa autorização? Ela vale para qualquer execução, ou só para a situação específica que motivou o pedido? E se ninguém usar a autorização dentro do prazo — ela expira, ou fica pendurada para sempre? O Centriu TrustOps trata a aprovação como uma autorização com essas dimensões explícitas, não como um interruptor.

A forma mais simples de aprovação é uma pergunta com duas respostas: alguém pede, outra pessoa decide, fim. Isso funciona bem quando a decisão é pontual e o efeito acontece uma vez só. O problema aparece quando o que está sendo aprovado não é um evento único, mas uma AUTORIZAÇÃO que vale por um tempo, para um valor limitado, ou para um uso específico — liberar um agente de IA para executar uma ação de custo variável, por exemplo, até um determinado teto, durante um período determinado.
Nesse cenário, um "sim" binário esconde perguntas que importam: quem exatamente decidiu, e quantas pessoas precisavam concordar? Até quando vale essa autorização? Ela vale para qualquer execução, ou só para a situação específica que motivou o pedido? E se ninguém usar a autorização dentro do prazo — ela expira, ou fica pendurada para sempre? O Centriu TrustOps trata a aprovação como uma autorização com essas dimensões explícitas, não como um interruptor.
Quando uma solicitação de aprovação é criada, ela carrega um número de aprovações exigidas — o quórum. Cada pessoa com permissão registra o próprio voto como uma decisão independente, e o sistema conta: aprovações a favor, contra o quórum definido, e qualquer rejeição. A assimetria é deliberada: uma única rejeição já decide a solicitação como recusada, mesmo que o número de aprovações já tivesse alcançado o quórum — não existe cenário em que um "não" isolado seja simplesmente ignorado porque a maioria disse sim. Enquanto isso não acontece, e o quórum ainda não foi atingido, a solicitação fica "parcialmente aprovada" — um estado visível, não escondido atrás de um "pendente" genérico. Duas pessoas decidindo ao mesmo tempo não conseguem, cada uma, achar que completou o quórum sozinha: a linha da solicitação é travada no banco durante a decisão, e a segunda tentativa lê o estado já atualizado pela primeira.
O prazo segue uma lógica parecida de nunca deixar uma lacuna virar brecha. Se a solicitação foi aprovada mas ninguém definiu um prazo específico para ela, o sistema atribui 24 horas de validade a partir do instante da aprovação — a alternativa, uma aprovação sem prazo nenhum, ficaria valendo para sempre, e isso é tratado como o problema, não como conveniência. Uma solicitação cujo prazo já passou não aceita mais decisão: se alguém tentar decidir sobre ela depois do vencimento, o sistema não registra a decisão — marca a solicitação como expirada ali mesmo, na tentativa.
Delegar o voto para outra pessoa é permitido, com duas travas específicas: ninguém delega para si mesmo, e ninguém delega para quem originalmente fez o pedido — porque isso devolveria, por um caminho indireto, o poder de aprovar a própria solicitação para a mesma pessoa que pediu. É a mesma preocupação de segregação de função que vale para a decisão direta, aplicada também ao caminho de delegação.
A parte que vai além de "aprovado ou não" é o que acontece no momento em que a autorização é de fato USADA. Uma aprovação pode nascer vinculada a um agente específico, um ativo de IA específico, um modelo específico ou uma finalidade específica — e pode ter um teto de valor e um número limitado de usos. No instante em que alguém tenta efetivamente executar o que foi aprovado, o sistema confere tudo de novo, não confia no "aprovado" como uma palavra que basta: o prazo ainda não venceu, ainda sobra pelo menos um uso, o custo estimado da execução não ultrapassa o teto declarado, e — a regra mais rígida — cada vínculo que a aprovação declarou precisa ser informado e bater exatamente com o que foi declarado. Se a aprovação foi limitada a um agente específico e a execução não informa qual agente está agindo, a resposta é recusa, não uma suposição favorável. Cada uso consome uma unidade do total permitido, e a aprovação encerra sozinha quando o número de usos chega a zero.
Existe uma função para processar vencimentos e escalonar aprovações paradas para outra pessoa, e o próprio comentário deixado no código é direto sobre o limite dela: nenhum caminho dessa função devolve "aprovado" — vencer nunca libera nada, só muda o destino entre cancelada, escalada ou expirada. Uma honestidade que vale registrar, porque está documentada no próprio material interno do módulo: hoje não existe uma rotina automática (cron) chamando essa função sozinha em intervalos — ela existe, funciona, e pode ser acionada por uma pessoa na tela, mas até que uma rotina automática seja configurada, uma aprovação vencida sem ninguém processar continua aparecendo com o status antigo na lista. Isso não abre uma brecha de segurança: tanto a decisão quanto o consumo conferem o prazo por conta própria, no instante em que acontecem — o que fica desatualizado é só a exibição na fila, não o que o sistema realmente permite.

Quórum configurável por solicitação, com contagem de aprovações e rejeições independente por pessoa.
Uma única rejeição decide a solicitação como recusada, mesmo com o quórum de aprovações já alcançado.
Linha travada no banco durante a decisão — duas pessoas decidindo ao mesmo tempo não completam o quórum em duplicidade.
Prazo automático de 24 horas quando a aprovação não recebe um prazo próprio — nunca fica válida para sempre por omissão.
Solicitação com prazo vencido não aceita nova decisão: expira no instante da tentativa, antes de qualquer registro.
Delegação bloqueada para o próprio delegante e para quem originalmente fez o pedido.
No momento do uso, nova conferência de prazo, número de usos restantes, teto de valor e cada vínculo declarado — agente, ativo de IA, modelo ou finalidade.
Vínculo declarado e não informado no momento do uso resulta em recusa, nunca em suposição favorável.
Vencer uma aprovação nunca a libera: a função de vencimento só cancela, escalona ou marca como expirada.
A diferença concreta não é aprovar mais rápido — é conseguir responder, meses depois, perguntas específicas sobre uma autorização: quantas pessoas decidiram, se alguém rejeitou, até quando valia, para que finalidade estava limitada, e quantas vezes foi de fato usada antes de se esgotar. Um "sim" binário, sem essas dimensões, não sustenta essas respostas.
A Centriu não publica número de solicitações processadas nem percentual de aprovações dentro do prazo: esses números dependem de quanto cada organização usa o mecanismo, e apresentá-los aqui seria inventar uma prova que não existe. O que é verificável antes da contratação é o mecanismo — quórum com rejeição decisiva, prazo que nasce sozinho quando ninguém define um, e conferência repetida no momento do uso real, não só no momento da aprovação.
A diferença concreta não é aprovar mais rápido — é conseguir responder, meses depois, perguntas específicas sobre uma autorização: quantas pessoas decidiram, se alguém rejeitou, até quando valia, para que finalidade estava limitada, e quantas vezes foi de fato usada antes de se esgotar. Um "sim" binário, sem essas dimensões, não sustenta essas respostas.
A Centriu não publica número de solicitações processadas nem percentual de aprovações dentro do prazo: esses números dependem de quanto cada organização usa o mecanismo, e apresentá-los aqui seria inventar uma prova que não existe. O que é verificável antes da contratação é o mecanismo — quórum com rejeição decisiva, prazo que nasce sozinho quando ninguém define um, e conferência repetida no momento do uso real, não só no momento da aprovação.
Uma organização aprova o uso de um agente de IA para uma tarefa específica, com quórum de duas pessoas, teto de valor definido e vínculo à finalidade declarada. A primeira pessoa aprova; a solicitação fica parcialmente aprovada, porque o quórum de duas ainda não foi alcançado. A segunda pessoa aprova poucos minutos depois — agora sim, o quórum fecha, e a solicitação passa a "aprovada", recebendo 24 horas de validade porque ninguém definiu um prazo específico para ela.
O agente tenta executar a ação vinculada. O sistema confere: o prazo ainda não venceu, sobra pelo menos um uso, o custo estimado da execução está dentro do teto aprovado, e a finalidade informada bate com a que foi declarada na solicitação — a autorização é considerada válida, e o uso é registrado, consumindo a única execução permitida.
Numa variação do mesmo cenário, a mesma tarefa é tentada de novo, num contexto de finalidade diferente da que foi declarada na aprovação original. Mesmo com prazo e teto de valor em ordem, a execução é recusada: o vínculo de finalidade não bate, e a regra é recusar quando um vínculo declarado não é confirmado — não presumir que serve.

A solicitação é criada com o quórum exigido e, quando declarado, um prazo, um teto de valor e os vínculos (agente, ativo, modelo, finalidade).
Cada pessoa com permissão registra o próprio voto — aprovar, aprovar com condição, rejeitar ou pedir mais informação.
O sistema recalcula o estado a cada voto: aprovada ao alcançar o quórum, recusada com a primeira rejeição, ou parcialmente aprovada enquanto nenhuma das duas acontece.
Quando aprovada sem prazo próprio, a solicitação recebe automaticamente 24 horas de validade a partir daquele instante.
No momento em que alguém tenta usar a autorização de fato, o sistema confere de novo prazo, usos restantes, teto de valor e vínculos declarados.
Cada uso válido decrementa o número de usos restantes; a autorização se esgota sozinha quando chega a zero, ou quando o prazo vence.
Não. Sem um prazo próprio definido, ela recebe automaticamente 24 horas de validade a partir do instante em que é aprovada — a alternativa seria ficar válida para sempre, e isso é tratado como o problema.
A rejeição. Uma única rejeição decide a solicitação como recusada, mesmo que o número de aprovações já tivesse alcançado o quórum definido.
Não, nunca. A função que processa vencimentos só cancela, escalona para outra pessoa ou marca como expirada — nenhum caminho dela devolve "aprovado".
Ainda não. A função existe e funciona, mas hoje depende de acionamento manual — sem uma rotina agendada, uma solicitação vencida pode aparecer com status desatualizado na lista até alguém processar. Isso não muda o que é permitido: decisão e uso conferem o prazo por conta própria.
A execução é recusada. Quando uma aprovação declara um vínculo — agente, ativo de IA, modelo ou finalidade —, não informar esse dado no momento do uso resulta em recusa, não em suposição favorável.
No Centriu TrustOps, uma aprovação não é um interruptor permanente: ela exige um número mínimo de votos — quórum —, e uma única rejeição decide contra, mesmo que o quórum de aprovações já estivesse alcançado. Sem um prazo próprio definido, a aprovação recebe 24 horas de validade a partir do instante em que é concedida — nunca fica eterna por omissão. E, na hora de usar de fato o que foi aprovado, o TrustOps confere tudo de novo: prazo, número de usos restantes, teto de valor declarado e cada vínculo — a que agente, ativo de IA, modelo ou finalidade a aprovação se limita —, recusando por padrão quando falta informação para confirmar o vínculo.