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Centriu PCIinteligência de mercado — o critério de cliente ideal como registro, não como opiniãover todos os sistemas
Perfil de Cliente Ideal

Seu melhor cliente não é uma opinião. É um critério registrado.

O PCI guarda em um lugar só a definição de cliente ideal da sua empresa: o encaixe, os sinais de interesse, o momento de compra e quem você decide não atender. Cada alteração vira uma versão, passa por validação no servidor e é aprovada por alguém que não escreveu a proposta.

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Versão a versão · Quem propõe não aprova · Trilha de auditoria · Sem inteligência artificial no sistema

Ficha do critério

Dados ilustrativos
v4 · publicada

Encaixe

Serviços B2B com equipe própria de atendimento

Sinais de interesse

Pediu proposta com prazo definido

Anti-PCI

Procura só preço, sem responsável definido

Próxima alteraçãoPedido aberto — aguardando aprovação de outra pessoa

Dados ilustrativos — sem empresa nem pessoa reais.

Versão a versão
toda alteração vira uma versão comparável com a anterior
Quem propõe não aprova
a separação entre propor e aprovar é aplicada no servidor
Validação antes de publicar
o pedido de mudança roda verificações antes de virar regra
Escrito por gente
o sistema não usa inteligência artificial em nenhuma etapa

Por que o PCI

O critério de cliente ideal existe — só não está escrito em lugar nenhum

Cada área tem a sua versão do que é um bom cliente. Quando a definição vive em apresentações, conversas e memória, ela muda sem que ninguém perceba — e o time inteiro trabalha com réguas diferentes.

A definição muda de reunião para reunião

Comercial, marketing e atendimento descrevem o cliente ideal de três jeitos diferentes — e nenhum está errado, porque nenhum está escrito. O resultado é discussão recorrente sobre a mesma pergunta, sem nunca fechá-la.

Ninguém sabe quando o critério mudou — nem por quê

O perfil foi ajustado em algum momento, alguém decidiu, e a decisão não deixou rastro. Seis meses depois não dá para comparar o que era com o que virou, nem explicar a mudança para quem chegou agora.

O que ficou de fora nunca foi combinado

Quase toda empresa sabe dizer quem quer atender. Poucas escreveram quem decidiram não atender — e é justamente aí que o time perde tempo, desconto e energia com quem nunca ia fechar bem.

O que muda

Da opinião repetida ao registro com dono, versão e data

O caminho que o PCI organiza — cada passo deixa rastro.

“O critério deixa de ser lembrança e passa a ser registro com dono, versão e data.”
  1. A equipe escreve o encaixe: o que caracteriza a empresa que você atende bem
  2. Registra os sinais de interesse que costumam anteceder uma boa conversa
  3. E o momento: o que precisa estar acontecendo para a abordagem valer a pena
  4. Escreve também o Anti-PCI — quem a empresa decide não atender
  5. Cada critério aponta para um campo do catálogo, com origem declarada
  6. O que é dado pessoal fica marcado desde a definição
  7. A versão é publicada, com autor e data
  8. Quem quiser mudar abre um pedido de mudança, com o risco declarado
  9. O servidor roda as validações e outra pessoa aprova
  10. A publicação fica registrada — e a versão anterior continua consultável

O que o PCI faz

Oito capacidades para manter o critério vivo e defensável

Da primeira redação ao experimento que testa uma hipótese — com validação, aprovação e registro no meio.

Definição em quatro frentes

Encaixe, sinais de interesse, momento e Anti-PCI. As quatro frentes ficam na mesma ficha, cada uma com os seus itens escritos por extenso — sem sigla que só quem participou da reunião entende.

Modelos por setor para começar

Uma biblioteca de modelos organizada por setor — de tecnologia e saúde a varejo, logística, jurídico e agro. Você parte de um rascunho pronto e adapta, em vez de encarar a folha em branco.

Catálogo de campos com origem

Cada critério aponta para um campo do catálogo, que declara tipo, exemplos e de onde o dado vem. O catálogo marca o que é dado pessoal e o que pode ser transformado em hash antes de sair da tela.

Versionamento com comparação

Cada versão guarda a foto inteira do critério. A comparação mostra o que entrou, o que saiu e o que mudou entre duas versões. Restaurar uma versão antiga cria um rascunho novo — nunca sobrescreve o que está publicado.

Pedido de mudança com validação no servidor

Alterar o critério publicado exige abrir um pedido, com o risco declarado. As verificações rodam no servidor, não no navegador de quem propôs — e o pedido só avança se passar.

Aprovação com segregação de funções

Quem abriu o pedido não pode aprová-lo. A sequência de estados é controlada no servidor: não dá para pular a validação, aprovar sozinho nem publicar sem registro de quem publicou.

Prontidão de ativação com impedimentos

Antes de usar o critério em qualquer frente, um checklist percorre cinco áreas — dados e campos, mapeamento, qualidade, privacidade e conectividade — e lista os impedimentos com nome, em vez de devolver só um sinal verde ou vermelho.

Experimentos A/B com decisão estatística

Para testar uma hipótese sobre o critério, o PCI compara dois braços com um teste estatístico de duas proporções. Abaixo de cem observações por braço, o veredito é "faltam dados" — o sistema prefere admitir a dúvida a fabricar uma conclusão.

Quer ver como ficaria o critério da sua operação?

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Em ação

A ficha publicada e o pedido de mudança em revisão

Duas vistas ilustrativas do que o PCI mostra no dia a dia: a versão que está valendo e uma proposta de alteração parada na aprovação.

Critério publicado

Dados ilustrativos

Perfil de Cliente Ideal — Serviços B2B

v4 · publicada

Encaixe

  • Empresa de serviços com equipe própria de atendimento
  • Operação em mais de uma praça
  • Já usa um sistema de gestão e sente falta de padrão

Sinais de interesse

  • Chegou por indicação de cliente atual
  • Pediu proposta com prazo definido

Momento

  • Trocou o responsável pela área nos últimos meses

Anti-PCI

Procura só preço e não tem responsável definido

Campos usados7 do catálogo · 2 marcados como dado pessoal

Pedido de mudança

Dados ilustrativos

Incluir porte mínimo no encaixe

Risco declaradoMédio
Comparação com a v41 critério adicionado · 1 alterado · nenhum removido

Validações no servidor

Os campos citados existem no catálogo
Nenhum critério ficou em branco
O Anti-PCI não conflita com o encaixe
AprovaçãoAguardando outra pessoa — quem abriu não aprova
PublicaçãoHomologação e depois produção, com registro

Dados ilustrativos — sem empresa, pessoa ou número de cliente reais.

Como funciona

Do rascunho ao critério publicado

Sete passos. O quinto é o ponto de controle: uma pessoa decide, e não pode ser a mesma que propôs.

Ciclo de vida de uma versão do critério

Dados ilustrativos
  1. Rascunho

    A equipe escreve do zero ou parte de um modelo do setor.

  2. Campos

    Cada critério aponta para o catálogo, com origem e marcação de dado pessoal.

  3. Pedido de mudança

    A alteração entra como proposta, com o risco declarado por quem propôs.

  4. Validação

    As verificações rodam no servidor antes de qualquer publicação.

  5. Aprovação

    Outra pessoa decide. Quem abriu o pedido não pode aprovar.

  6. Publicação

    Vai para homologação e depois produção, com registro de quem publicou.

  7. Trilha

    A versão anterior continua consultável e comparável com a nova.

Fluxo em sete etapas: rascunho, campos do catálogo, pedido de mudança, validação no servidor, aprovação por outra pessoa, publicação em homologação e produção, e trilha com a versão anterior consultável.

Nenhuma etapa é decidida por inteligência artificial: o sistema PCI não tem modelo de linguagem nem chamada externa de IA. O critério é escrito, revisado e aprovado por pessoas.

Escopo

O que o PCI é — e o que ele não é

Dizer o que um sistema não faz costuma valer mais do que a lista do que ele faz. Aqui está a fronteira do PCI, sem rodeio.

“O PCI registra o critério. Ele não compra lista, não completa cadastro e não decide por você.”

O que o PCI é

O registro governado do critério de cliente ideal: quatro frentes escritas pela equipe, campos com origem declarada, versão a versão, mudança por pedido com validação no servidor, aprovação de quem não propôs e trilha de auditoria. É a fonte que o time consulta quando precisa responder "esse cliente é para nós?".

O que o PCI não é

Não é base de leads nem enriquecimento de dados: o PCI não compra listas e não completa cadastros de empresas com dados de terceiros. Não calcula probabilidade de conversão por conta, não envia nada para ferramentas externas e não aprende sozinho com o resultado das vendas.

A tela de integrações do produto está marcada como "Em breve" — e é exatamente isso que esta página afirma. Quando a exportação existir, ela aparece aqui com a mesma clareza.

Controle e limites

Governança aplicada no banco, não só na tela

Um critério que decide para quem a empresa vende precisa aguentar uma pergunta difícil: quem mudou isso, quando e com autorização de quem.

Isolamento por área de trabalho

Cada área de trabalho enxerga apenas os seus próprios critérios, versões e registros. O isolamento é aplicado no banco de dados, em todas as tabelas do sistema — não depende de a tela esconder o botão.

Papéis, convites e teto

Quem entra é convidado, com papel definido e teto de convites por área de trabalho. Ler, propor, aprovar e publicar são permissões distintas.

Trilha de auditoria

Criação, alteração, validação, aprovação e publicação ficam registradas com autor e data, em uma tela própria de consulta.

Dado pessoal marcado na origem

O catálogo de campos identifica o que é dado pessoal e o que pode ser transformado em hash. O sistema também tem rotina de retenção para não acumular registro além do necessário.

Isolamento, papéis e trilha reduzem risco e ajudam a demonstrar controle — não substituem a política de privacidade nem o parecer jurídico da sua empresa.

Para quem é

Quando registrar o critério muda o jogo

Quatro situações em que a falta de um critério escrito custa caro.

Time comercial com régua desalinhada

Cada vendedor persegue um tipo de empresa diferente e a taxa de conversão não explica nada. Com o critério escrito, a conversa sobre qualificação passa a ter uma referência comum.

Agência que atende várias marcas

Cada cliente tem o seu Perfil de Cliente Ideal, em áreas de trabalho separadas, com histórico próprio. A troca de responsável pela conta deixa de apagar o raciocínio anterior.

Empresa em processo de auditoria

Quando alguém pergunta como a empresa decide quem atende, a resposta é uma tela com versões, autores, validações e aprovações — não uma apresentação refeita na véspera.

Operação com mais de um produto

Cada oferta tem o seu critério, com Anti-PCI próprio. Fica claro qual público é de qual produto — e quem não é de nenhum dos dois.

Como começa

Ativação em quatro passos

O PCI não depende de conectar sistema nenhum para começar a valer. O que ele precisa é da decisão escrita.

  1. Área de trabalho e papéis

    A área é criada, as pessoas são convidadas e cada uma recebe o seu papel: quem pode propor, quem pode aprovar e quem só consulta.

  2. Primeira versão do critério

    A equipe parte de um modelo do setor ou da folha em branco, escreve as quatro frentes e publica a v1 — com autor e data.

  3. Regra de mudança combinada

    A partir daí, alterar exige pedido de mudança. Fica combinado quem aprova o quê, e o sistema passa a cobrar isso.

  4. Uso no dia a dia

    O checklist de prontidão aponta o que ainda falta; a equipe consulta a versão publicada nas reuniões de qualificação e abre pedido sempre que a realidade mudar.

Não é preciso conectar CRM, importar base nem contratar enriquecimento de dados para usar o PCI — ele funciona sobre a definição que a sua equipe escreve.

Planos do sistema

Três níveis que liberam mais recursos conforme você cresce. No Max, você tem acesso a tudo.

Starter

Essencial para começar

  • Definição estruturada: encaixe, sinais de interesse e momento
  • Anti-PCI: quem a empresa decide não atender
  • Modelos por setor para começar
  • Catálogo de campos com origem e marcação de dado pessoal

Pro

Operação completa

  • Definição estruturada: encaixe, sinais de interesse e momento
  • Anti-PCI: quem a empresa decide não atender
  • Modelos por setor para começar
  • Catálogo de campos com origem e marcação de dado pessoal
  • Versionamento com comparação entre versões
  • Restauração de uma versão anterior como rascunho
  • Prontidão de ativação com checklist e impedimentos
  • Papéis, convites e permissões por área de trabalho

Max

Tudo

Tudo liberado

  • Definição estruturada: encaixe, sinais de interesse e momento
  • Anti-PCI: quem a empresa decide não atender
  • Modelos por setor para começar
  • Catálogo de campos com origem e marcação de dado pessoal
  • Versionamento com comparação entre versões
  • Restauração de uma versão anterior como rascunho
  • Prontidão de ativação com checklist e impedimentos
  • Papéis, convites e permissões por área de trabalho
  • Pedido de mudança com validações executadas no servidor
  • Aprovação com segregação de funções: quem pede não aprova
  • Publicação em homologação e em produção, registrada
  • Experimentos A/B com decisão estatística e veredito "mais dados"
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Dúvidas

Perguntas frequentes

O PCI dá uma nota para cada empresa da minha base?

Não. O PCI não calcula probabilidade de conversão nem nota por conta. Ele registra o critério — e o que explica uma decisão é o critério escrito, versionado e aprovado, não um número de origem obscura. Se você procura um motor de pontuação de leads, o PCI não é esse produto.

O PCI exporta o critério para o meu CRM?

Ainda não. A tela de integrações do produto está marcada como "Em breve", e nós preferimos dizer isso aqui a vender uma exportação que você não vai encontrar depois de contratar. Hoje o critério é consultado dentro do PCI.

O PCI usa inteligência artificial?

Não. O sistema não tem nenhuma dependência de IA nem chamada a modelo de linguagem. Isso é intencional: o critério que define para quem a empresa vende é uma decisão de gente, e ela precisa ser defensável em auditoria.

Consigo voltar para uma versão anterior?

Sim — e sem sobrescrever nada. Restaurar uma versão antiga cria um rascunho novo a partir dela. Para valer de novo, esse rascunho passa pelo mesmo caminho: validação, aprovação de outra pessoa e publicação registrada.

Quem pode aprovar uma mudança no critério?

Alguém com papel de aprovação que não seja o autor do pedido. A regra é aplicada no servidor, não na interface — então não adianta abrir outra aba ou chamar a rota diretamente.

O que o experimento A/B do PCI decide?

Ele compara dois braços de um teste com um cálculo estatístico de duas proporções e devolve um veredito. Abaixo de cem observações por braço, o veredito é "faltam dados" — em vez de sugerir uma conclusão que a amostra não sustenta.

O PCI traz dados de empresas para eu prospectar?

Não. O PCI não compra listas, não enriquece cadastro e não fornece base de contatos. Ele guarda a definição de quem você quer atender; a prospecção acontece nas ferramentas que a sua operação já usa.

Quantas pessoas são necessárias para operar?

No mínimo duas com papel ativo, porque quem propõe uma mudança não pode aprová-la. Ler e consultar a versão publicada, isso o time inteiro pode.

Como o PCI trata dado pessoal?

O catálogo de campos marca o que é dado pessoal já na definição do critério e indica o que pode ser transformado em hash. Some-se a isso o isolamento por área de trabalho aplicado no banco, a trilha de auditoria e a rotina de retenção. Isso ajuda a demonstrar controle, mas a política de privacidade e a base legal continuam sendo responsabilidade da sua empresa.

Escreva o critério uma vez. Mude com método.

Vamos montar juntos a primeira versão do Perfil de Cliente Ideal da sua operação — e combinar quem aprova as próximas.

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