Como o restaurante atende WhatsApp, Instagram e o chat do site numa fila só, sem perder pedido na correria do almoço e do jantar


O pico do restaurante não espera a equipe escolher qual tela olhar
Meio-dia e meia, o salão enche e o WhatsApp não para. No mesmo minuto, alguém pergunta no Instagram o preço do combo do dia, outro escreve no Messenger se ainda tem o prato do story, e um terceiro abre o chat do site perguntando a taxa de entrega do bairro. Cada canal vive numa tela separada, e quem está no caixa ou montando o pedido de delivery não alterna entre quatro aplicativos a cada vibração. É nesse minuto de rush, não às 15h com o salão vazio, que a mensagem do canal errado fica sem resposta.
Como esse buraco aparece na prática
O pedido chega pelo Instagram Direct enquanto a equipe só olha o WhatsApp, e só é visto depois que o cliente já comeu em outro lugar.
Duas pessoas respondem a mesma conversa do Messenger sem saber que a outra já respondeu, porque não há fila organizada, só o aplicativo aberto na mão de quem está livre.
Uma pergunta sobre o horário de fechar a cozinha demora porque foi escrita no chat do site, canal que a equipe olha por último.
Reclamação de atraso na entrega se mistura com pergunta de cardápio de cliente novo, e as duas esperam a mesma pessoa dar conta de tudo no rush.
Uma fila só por restaurante, com regra de quem atende primeiro
O Link junta WhatsApp, Instagram Direct, Messenger e chat do site numa fila única da organização, não uma fila por canal. A distribuição é configurável: rodízio entre quem está de plantão, direcionamento para quem está com menos comandas de conversa na tela naquele instante, ou ordem fixa de prioridade escolhida pelo dono da casa. Se a mensagem ficar parada além do tempo configurado, ela pula sozinha para outro atendente — útil no rush, quando ninguém teve tempo de olhar o celular. Assim, o pedido que entrou pelo Instagram tem a mesma chance de resposta rápida que o que chegou pelo WhatsApp.
O que roda por trás da fila no dia a dia do restaurante
Catálogo com preço de cada prato, combo e bebida — quando perguntam "o que vocês têm até 40 reais" ou "tem opção vegetariana", a IA busca no catálogo por preço ou por categoria, sem inventar item que não existe no cardápio.
A IA cobre as perguntas mais repetidas do rush — cardápio, horário de funcionamento, item do catálogo — sem estourar a franquia de uso de IA prevista no plano contratado, tirando da equipe o peso de digitar a mesma resposta pela décima vez.
A conversa sai da IA e cai com alguém da casa se o cliente pedir pra chamar uma pessoa da equipe, se virar problema de pedido já feito — atraso, item trocado, reembolso — ou se a franquia de uso de IA do plano se esgotar; quem assume enxerga tudo que já foi dito com a IA antes de escrever a primeira palavra.
Quem mandou mensagem pelo WhatsApp semana passada e escreve agora pelo Instagram aparece como o mesmo cliente numa linha só de conversa, com tags marcando quem é recorrente ou prefere retirar no balcão.
Uma sexta à noite, quatro canais abertos ao mesmo tempo
Restaurante de bairro, sexta às 20h. Pelo WhatsApp, um cliente confirma o endereço de entrega. No Instagram, alguém pergunta se ainda dá tempo pedir o prato do story — a IA responde com o horário cadastrado e o preço do catálogo. Pelo Messenger, um cliente antigo pergunta se o combo de sexta é o mesmo do mês passado — resposta de catálogo, sem espera. Pelo chat do site, alguém avisa que o motoboy entregou o pedido errado: como é problema de pedido já feito, a conversa vai direto para um humano, que já vê a troca anterior no histórico e não precisa pedir para o cliente repetir tudo.
Um aplicativo por canal versus uma fila para o restaurante inteiro
A alternativa comum é o WhatsApp Business no celular do caixa, o Instagram no aparelho de quem cuida das redes e o Messenger em outro login — cada canal só é visto por quem está segurando aquele aparelho naquele turno. Quando essa pessoa troca de turno ou vai ajudar na entrega, o canal fica sem ninguém de olho. Na fila única do Link, a conversa pertence ao restaurante, não ao celular de um funcionário específico: ela segue a regra de distribuição escolhida e troca de responsável sozinha quando passa do tempo combinado, sem depender de alguém lembrar de olhar.
Quando o Link não é o caminho certo para o seu restaurante
Se o restaurante recebe pedido só no balcão, por telefone fixo ou exclusivamente pelo chat interno de aplicativo de marketplace de delivery, o Link não tem o que organizar — ele atua nos quatro canais próprios, não dentro do aplicativo de terceiro. Se falta na cozinha é comanda ou controle de produção do prato, isso é PDV ou gestão de cozinha, não este produto. E se ninguém fica disponível para assumir quando o assunto sai do cardápio, a fila reatribui sozinha, mas ainda precisa de alguém do outro lado.
Sistemas envolvidos
Sistema principal: Centriu Link.
Limitações e o que não faz
- Não tem e-mail como canal — os quatro reais são WhatsApp por QR Code, Instagram Direct, Messenger e chat do site.
- A IA não garante que o cliente nunca vai precisar falar com alguém da casa — responde dentro do limite do plano e passa para humano quando o assunto sai do cardápio.
- Não é comanda nem ficha de produção da cozinha — não manda pedido para a chapa nem organiza a fila de preparo.
- Não acompanha rota nem localização do motoboy — o que muda de mão é a conversa, não a entrega física.
- Não substitui o chat interno de aplicativo de marketplace de delivery — atende quem fala direto com o restaurante pelos quatro canais próprios.
Segurança e governança
Endereço de entrega, telefone e histórico de conversa de cada cliente ficam isolados pela organização do restaurante, sem se misturar com dados de outro estabelecimento na mesma conta; conforme a LGPD (Lei nº 13.709/2018), o cliente pode pedir para exportar ou apagar o que ficou registrado da conversa, inclusive menção a alergia ou restrição alimentar deixada no chat.
Preço e contratação
Disponível por assinatura mensal, com níveis por módulo. Os valores e condições vêm da tabela oficial em /precos — sempre a fonte central, nunca cravada nesta página.
Perguntas frequentes
A IA consegue dizer se ainda dá tempo pedir antes da cozinha fechar?
Sim, sem passar da franquia de uso de IA prevista no plano, com base no horário configurado. Reclamação de pedido já feito, como atraso ou item errado, vai para um humano.
Se o cliente pedir pelo Instagram e depois escrever no WhatsApp, o atendente vê que é a mesma pessoa?
Sim. O Link reconhece que é o mesmo cliente e junta as duas conversas numa linha do tempo só, então quem responde no WhatsApp já vê o que foi combinado lá no Instagram, sem pedir pra repetir o pedido.
Preciso trocar de número de WhatsApp pra usar o Link no restaurante?
Não. A conexão é por QR Code, como o WhatsApp Web, com o mesmo número que os clientes já têm salvo — ninguém que já pede por WhatsApp percebe diferença nenhuma.
Como o Link decide quem da equipe responde cada conversa no rush?
Por regra configurável na fila: rodízio entre quem está de plantão, encaminhamento para quem estiver menos sobrecarregado naquele momento, ordem fixa de prioridade, ou modo manual, esperando alguém puxar a conversa. Passado o tempo definido sem resposta, ela troca de mão por conta própria.
Dá para responder pergunta de preço de combo pelo catálogo sem digitar manualmente?
Sim. Cada prato, combo e bebida tem preço cadastrado no catálogo, e a IA consulta por valor ou por tipo de item para responder direto na conversa, sem precisar abrir o cardápio impresso.
Ver o Link organizando o rush do meu restaurante
Fale pelo canal comercial central ou deixe seus dados — retornamos com um diagnóstico do seu caso.
